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Em reta final, palco principal da Copa da Rússia já impressiona por grandiosidade

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FÁBIO ALEIXO

MOSCOU, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Palco da abertura, da final e de outras cinco partidas da Copa do Mundo, o estádio Lujiniki abriu suas portas nesta quinta-feira (6) para seu primeiro evento relacionado ao Mundial. Mas em vez de jogadores e torcedores, o que se viu na arena em Moscou foram personalidades, políticos e jornalistas. Todos reunidos para o lançamento do tour da taça, que vai percorrer 24 cidades da Rússia e todos os continentes do planeta entre setembro e maio do próximo ano.

Apesar de ainda faltarem 11 meses para a abertura da Copa em 14 de junho de 2018, o Lujiniki está praticamente pronto e impressiona quem pisa nele pela primeira vez.

O gramado já está plantado, as 81 mil cadeiras foram instaladas, assim como os bancos de reservas e suas coberturas. A iluminação e o telão funcionam perfeitamente e a área VIP já está pronta com um piso impecável e espaçosos banheiros. Mil câmeras de segurança já vigiam os movimentos de todos nas áreas internas e externas

Os trabalhos a serem realizados são pontuais: instalação de corrimões, janelas e limpeza. Ainda há entulho, poeira e muitas bitucas de cigarro espalhados pelo chão.

Mas é pouco para se fazer até que a bola role nele pela primeira vez, o que acontecerá nas datas Fifa de novembro, entre os dias 6 e 14. Caberá à seleção russa inaugurar a arena, contra um adversário indefinido. O mais provável é que seja a Argentina de Messi, isso se a equipe não estiver envolvida na repescagem contra o classificado da Oceania. A ideia original é que a abertura ocorresse em abril, o que não foi possível.

"Já estamos prontos para ter jogo aqui a a qualquer momento, estamos fazendo os últimos pequenos trabalhos. Estamos também negociando para ver qual time vai jogar aqui", disse Vitaly Mutko, presidente do Comitê Organizador Local.

Inaugurado em 1956, o Lujiniki já recebeu diversos eventos importantes como as cerimônias de abertura e encerramento e competições dos Jogos Olímpicos de 1980 e passou por várias remodelações. A realizada para a Copa foi a maior e que mais dinheiro exigiu. Iniciada em 2013 e finalizada apenas agora consumiu cerca de US$ 470 milhões (R$ 1,5 bilhão).

Na área externa, a renovação segue a todo vapor e ainda há uma boa quantidade de trabalho a ser feito, principalmente no que diz respeito à pavimentação das vias, construção de calçadas, finalização do plantio de 1.050 árvores e sinalização. Nesta quinta, quando a Folha esteve no local havia muitos trabalhadores e tratores fazendo serviços.

São estes trabalhos e todo o acesso ao estádio que será feito por trem, metrô e até um funicular partindo dos Montes Pardais, um parque monte que fica do outro lado do Rio Moscou, que Mutko quer ver pronto até o outubro. Quando a bola rolar em novembro, já quer colocar em prática todo o esquema que será adotado no Mundial.

"Existe uma logística grande de transporte para ser concluída. Está sendo construída a plataforma para ligação com a estação de trem, estamos finalizando o funicular e todo o entorno. Só por isso ainda não o inauguramos", disse o chefão do CEO.

Em meio a muitas obras na área externa e alterações ao longo do tempo, as únicas coisas que seguem imutáveis são a fachada e a estátua de Lenin logo na entrada principal, dando as boas-vindas a todos.

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