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D'Alessandro pede atitude diferente para Inter sair de 'estado de alerta'

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JEREMIAS WERNEK

VIAMÃO, RS (UOL/FOLHAPRESS) - O capitão D'Alessandro reconheceu que o Internacional terá contra o Criciúma, no sábado (8), o dever de mostrar uma atitude diferente e conquistar a vitória a qualquer custo. Em entrevista coletiva nesta quinta (6), o argentino resumiu o momento do time colorado como 'em alerta'.

D'Alessandro ainda afirmou que foi uma das vozes em favor de novo período longe do CT e descartou salto alto e falta de comprometimento do elenco.

"Não tenho a receita [para ganhar], mas precisamos mudar um pouco a atitude, não que esteja faltando, mas precisamos mudar a atitude. Sem se abalar no primeiro passe errado, ter um time forte, com oito podendo carregar três que estejam mal. Estar mal faz parte, é do jogo. O difícil é três carregarem sete, mas o contrário dá. Nós temos qualidade, nós temos um time forte. Mas não basta só falar, é preciso fazer", disse o meia.

Em mais de um momento, D'Alessandro citou obstáculos quando os jogos pela segunda divisão são no Beira-Rio. A postura do adversário e a reação do Inter diante dessa estratégia foram lembradas.

"Nós tínhamos bem claro que cada jogo teria uma final de Copa do Mundo para eles. Mas tem que ser para nós também. Não que não tenha sido, mas pecamos muito. Em se desproteger, achar que o jogo estava ganho... Contra ABC, Juventude. Muitas vezes é preciso jogar como time pequeno, entre aspas, se fechar e esperar. Ver o que ele vai fazer. Isso não está acontecendo no Beira-Rio e tem sido um fator decisivo. O adversário fica muito trás, na retranca", comentou.

A derrota para o Boa Esporte, no sábado passado (1º), desencadeou novos protestos da torcida logo após o apito final. E levou o Inter a novo período de treinos em um ecoresort na região metropolitana de Viamão. D'Alessandro afirmou ter sido um dos defensores da ideia e reforçou o que se viu em campo nas atividades: a busca por um jogo mais forte no campo adversário. De imposição.

"Estamos tentando trabalhar uma base de força, uma base física, onde a gente tenha sustentação para passar por cima dos adversários. Não só técnica e tática, mas com força. Estamos precisando que o adversário sinta essa força. Não é falta de vontade, mas precisamos trabalhar algumas coisas. Incluir coisas no nosso trabalho que vão dar resultado positivo. Cabe a nós não prolongar mais essa fase de ganhar um, perder outro. Temos que ganhar em casa, ter um bom rendimento e fazer o torcedor sair feliz do Beira-Rio", afirmou o camisa 10.

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