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Carille tenta evitar relaxamento e fala em aprimorar parte ofensiva

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EDUARDO RODRIGUES E LUIZ COSENZO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após a conquista do título do Campeonato Paulista, o seu primeiro como treinador, Fábio Carille afirmou que a equipe precisa seguir a mesma linha para o restante da temporada. Ele, porém, admite que busca evoluir a parte ofensiva.

Em 18 jogos no Estadual, o time corintiano marcou 22 gols, média de 1,22 por partida. Foi o pior ataque entre os quatro clubes semifinalistas do torneio.

"Não temos de mudar nada [para o Brasileiro]. É seguir na mesma caminhada. Equilibrando mais o time. Estou gostando da parte ofensiva, mas precisa melhorar e vamos melhorar. Quando se perde, não está tudo errado. Quando se ganha, como no caso do título, também não está tudo certo. Não tem de mudar nada. E sim seguir com a mesma seriedade", afirmou Carille, que foi confirmado no cargo de treinador no final de dezembro.

"Traçamos perfil e a melhor forma de jogar. Sabia que precisava de resultados rápido. Com isso, veio a ideia que deixei clara desde o início: marcar bem, acertar o sistema defensivo, e depois soltar o time. Assim aconteceu. Continuamos com base sólida atrás, mas estamos soltando mais e criando mais oportunidades", acrescentou.

O treinador corintiano disse que espera a chegada de reforços para a sequência da temporada, mas não citou as posições necessárias. Até o final do ano, o clube disputará duas competições: a Copa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro.

O próximo compromisso é na quarta-feira (10), quando enfrenta a Universidad do Chile, fora de casa, pela partida de volta do torneio sul-americano. Como venceu o primeiro jogo por 2 a 0, pode perder por até um gol de diferença ou dois desde que marque no campo adversário.

No sábado (13), recebe a Chapecoense, pela primeira rodada do Nacional.

"Vamos continuar igual. Muito feliz hoje, mas amanhã [segunda-feira] tem de preparar o time para quarta-feira. Não será fácil. Ainda mais por tudo, relaxamento natural. Temos de ir muito fortalecidos para quarta. Segunda-feira é colocar os pés no chão. Depois pensar na estreia do Brasileiro", disse antes de falar de reforços.

"Pode acontecer. Se chegar é para fortalecer. Se não vamos continuar da mesma maneira. Quem chegar precisa entender que vamos precisar trabalhar muito", completou.

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