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Chefe da Casa Civil do Rio nega definição sobre consórcio do Maracanã

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - O cabo de guerra que envolve o futuro do Maracanã está muito longe de ter um fim.

Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (27), o chefe de gabinete da Casa Civil do Estado do Rio, Marcelo Queiroz, deu a entender que a solução sobre o futuro do complexo está muito longe de um desfecho.

"Não existe essa posição. Há requisitos jurídicos. A Procuradoria entrou com ações. Isso não é assim, não se descumpre um contrato de uma hora para outra. O que de fato estava errado na licitação anterior? O que os clubes pensam? O que a população espera? Acho que ninguém aqui está maduro quanto a este assunto", disse Queiroz, que pertence a administração do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

O Flamengo é o principal interessado em um novo processo licitatório. O time rubro-negro já avisou que não vai manter relações comerciais com a Lagardère, empresa interessada na compra da concessão da Odebrecht.

Já o Fluminense, por sua vez, tem interesse no repasse para a empresa francesa. O clube das Laranjeiras já tem entendimentos avançados para ser parceiro da empresa.

"Temos de sair daqui com sugestões. Todos serão avisados do debate aqui. Temos de avançar, mas temos de saber qual o modelo inicial", ressaltou Queiroz.

Neste domingo (30) e no próximo dia 7, as duas equipes disputarão as finais do Campeonato Carioca no Maracanã.

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