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ATUALIZADA - Vasco e Fluminense disputam na Justiça local da semifinal

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BRUNO BRAZ, LEO BURLÁ E PEDRO IVO ALMEIDA

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - O clássico entre Fluminense e Vasco será somente no próximo sábado (22) mas já está dando o que falar. Após o clube das Laranjeiras entrar com um mandado de garantia para a realização da partida no Maracanã, o time cruz-maltino se movimenta para tentar derrubar o documento na Justiça.

Presidente vascaíno, Eurico Miranda contesta o rival no que se refere ao mando de campo do jogo válido pela semifinal do Campeonato Carioca.

"Estamos analisando ainda, mas tem uma coisa aí que não se sustenta: a questão do mando de campo que eles alegam. O Fluminense não é mandante, o mando é da Federação. A questão de mando apontando para eles é apenas uma questão logística. Só", declarou à reportagem.

Com o tempo curto, o relógio corre contra os vascaínos. Para conseguir reverter a decisão, a direção cruz-maltina deve recorrer ao Pleno do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva), mas o prazo é considerado insuficiente.

Há, ainda, a possibilidade de recursos no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e na Justiça Comum.

No mandado de garantia, o Fluminense pede que a "Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) determine o estádio do Maracanã como o local determinado para a realização da partida semifinal do Campeonato Carioca – Série A entre o Fluminense Football Club e o Club de Regatas Vasco da Gama, devendo a autoridade impetrada cumprir as regras inerentes ao que determinam os regulamentos acerca da condição de mandante do impetrante".

Pelo regulamento do Carioca, os clássicos devem ser realizados no Maracanã, sendo o Nilton Santos a alternativa imediata em caso de impossibilidades.

POLÊMICA ANTIGA

A polêmica sobre o lado das torcidas de Fluminense e Vasco no Maracanã não é de hoje. Desde que assinou um contrato com o consórcio que administra o estádio, o clube tricolor faz valer o acordo para abrigar seus torcedores no lado direito. O time de São Januário, porém, contesta a decisão com o argumento de ter conquistado o setor após ter sido o primeiro campeão do local, na década de 50.

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