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Flu afirma que não abre mão do lado direito do Maracanã contra o Vasco

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LEO BURLÀ

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - O tempo passa, mas as polêmicas que envolvem o Campeonato Carioca se repetem ano após ano.

Rivais na semifinal de sábado (22), Fluminense e Vasco esbarram em uma discussão histórica para atuarem no Maracanã. Com contrato em vigor com a concessionária que administra o estádio, o Fluminense já avisou: não abre mão de ter a sua torcida ao lado direito das cabines de rádio. Por meio de sua assessoria de imprensa, o clube informa "que o Fluminense quer que seja cumprido o regulamento que determina o jogo no Maracanã e dentro das condições contratuais".

O Vasco, por sua vez, espera fazer valer o direito adquirido pela tradição. Primeiro campeão do Maracanã, o time sempre pôde optar pelo lado que gostaria de ocupar.

Logo ao fim da final da Taça Rio, Eurico Brandão, vice de futebol vascaíno e filho do presidente Eurico Miranda, já indicou que um acordo entre as partes é pouco provável.

"Se o Fluminense entender que as tradições devem ser desrespeitadas, dificilmente jogaremos no Maracanã", disse o dirigente.

Além deste entrave, os valores envolvidos na operação também dificultam a realização do clássico no Maracanã. A concessionária pede valores que assustam os clubes e impedem a viabilização econômica do evento.

Adversários da outra semi, Botafogo e Flamengo também ainda não sabem onde vão atuar. Pelo regulamento, o Maracanã é o palco preferencial. Caso não haja concordância, o Nilton Santos é a alternativa imediata.

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