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Esquema tático e ausências são pontos fracos neste começo de temporada

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JOSÉ EDUARDO MARTINS

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Em apenas uma semana, o Santos entrou em crise. Em plena Vila Belmiro, a equipe do técnico Dorival Júnior perdeu o clássico para o São Paulo, na quarta-feira, dia 15, por 3 a 1. No sábado (18) foi a vez de cair diante da Ferroviária, por 1 a 0.

Os resultados fizeram a torcida protestar e alguns até pedirem a saída do treinador. No entanto, é cedo para se tomar alguma decisão e ainda há pontos que podem ser corrigidos ou dar esperança para o santista acreditar em uma vitória nesta terça-feira, em Itu, contra o Ituano. Veja abaixo três fatores que podem mudar a vida do alvinegro praiano no Campeonato Paulista.

Esquema tático

O comandante santista tenta inovar na hora de montar a sua equipe. Por isso, não é de se estranhar que nem todos os jogadores ainda não tenham compreendido qual função deverá desempenhar. Com o tempo, o time deve ficar mais entrosado e ciente de como deve se comportar em determinadas situações durante os jogos.

Ausências por lesão

Em começo de temporada é normal que muitos jogadores sofram com lesões e desfalquem o time. Com o Santos, não é diferente. Dorival Júnior não pôde contar na maior parte dos jogos da equipe neste ano, por exemplo, com o atacante Ricardo Oliveira. Com ele em campo, será que o Santos teria desperdiçado boas oportunidades contra o São Paulo?

No jogo contra a Ferroviária, Lucas Lima não atuou e deixou o setor de criação menos eficiente. O goleiro Vanderlei, um dos pilares do time na última temporada, também está fora por lesão. Apesar de não ter cometido uma grande falha, Vladimir não tem a confiança da torcida.

Por fim, Renato, que se recupera de lesão, é um dos principais nomes na hora de fechar a marcação no meio de campo e de fazer a ligação entre a defesa e o ataque. Nos últimos jogos, ele vem sendo substituído por Leandro Donizete. Ou seja, com todo o elenco à disposição, a história pode ser outra.

Problemas do sistema defensivo É claro que a defesa do Santos vai precisar de uma atenção especial do treinador nos próximos dias. A equipe tem contado apenas com um zagueiro. No caso do jogo de sábado, contra a Ferroviária, o cargo ficou sob a responsabilidade de Cléber, que foi expulso e complicou a vida da equipe na Vila Belmiro. Contra o São Paulo, a defesa também estava totalmente desguarnecida na hora de tentar parar os rápidos contra-golpes tricolores. Com um reforço no sistema defensivo, o time terá mais segurança para jogar.

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