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Grêmio não vê conexão em série de lesões, mas pede cuidado ao grupo

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JEREMIAIS WERNEK

PORTO ALEGRE, RS (UOL/FOLHAPRESS) - As lesões em série preocupam o Grêmio. Ainda mais pelo fato de não haver conexão entre os sete casos que assolam o grupo comandado por Renato Gaúcho neste início de 2017. O departamento médico trata de lesões musculares a fraturas ósseas. Apesar do quadro, o elenco foi alertado para ajudar no combate aos problemas.

O caso mais recente é de Maxi Rodríguez, com fratura na mão e parada de quatro semanas.

"Assustando não, mas prejudica o trabalho. Em dois ou três dias vários jogadores foram para o departamento médico. Assustar não assusta, não tenho medo de nada e confio no grupo, mas é de se pensar. São muitos jogadores, vamos ter vários jogos e fica difícil. Quando começa a espremer, não tem tanta opção assim", disse Renato Gaúcho.

Antes de Maxi, o Grêmio perdeu Edílson por 15 dias, Beto da Silva por um mês e Douglas por seis meses. Já Luan, Pedro Rocha e Jael tratam tendinite em diferentes articulações e são submetidos a avaliações diárias. Apesar da definição não ser de lesão, estão fora do jogo contra o São José-POA no domingo (19). E também não treinaram normalmente durante a semana.

"Ele (Renato) comentou para cada um ter um cuidado a mais nesse momento. É um momento em que a gente saiu da pré-temporada, mas tem treinos fortes e intensos. A gente perdeu jogadores por lesões e para ter cuidado", confirmou Marcelo Grohe.

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