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Aposta para 2016, Cleiton Xavier só jogou 24% dos jogos esse ano

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Quando Valdivia deixou o Palmeiras para se transferir ao futebol árabe, o clube já tinha no elenco o substituto ideal: Cleiton Xavier, que teve grande passagem pela equipe paulista em 2009. As coisas, entretanto, não saíram como esperado: o meia atuou em apenas 24% dos jogos do time, sofreu com lesões e viu Robinho assumir a posição de principal armador.
Nesta passagem pelo alviverde, a presença em campo de Cleiton foi menor do que a de Valdivia, que atuou em 47% das partidas em sua última passagem. Mesmo assim, o meia, atual dono da camisa 10, será uma das principais apostas para 2016.
Cleiton chegou ao Palmeiras em fevereiro, no meio da temporada europeia. Demora na burocracia de sua transferência e uma lesão muscular fizeram com que o meia só fosse estrear em abril. Ao longo da temporada, sofreu mais duas lesões –nas vezes em que teve condições e entrou em campo, não convenceu. Terminou o ano com um gol e apenas 17 jogos dos 72 disputados pelo seu time.
A avaliação da direção e comissão técnica palmeirenses é de que o camisa 10 acabou prejudicado pela falta de uma pré-temporada. O desgaste de chegar ao clube já com metade da temporada europeia disputada (Cleiton chegou já com 14 jogos disputados pelo Metalist da Ucrânia em 2015, com excelente desempenho: nove gols) teria causado as lesões musculares.
A expectativa é de que, com um período adequado de férias e uma boa pré-temporada com o restante do elenco, Cleiton seja em 2016 com a camisa alviverde o armador que conquistou a torcida em 2009 e brilhou no futebol ucraniano.
Cleiton Xavier ainda mantém uma excelente relação com o presidente Paulo Nobre –desde 2013, quando encontrou casualmente com o jogador em uma partida em Arapiraca, Nobre já havia revelado o desejo de trazê-lo de volta ao Palmeiras.
Apesar de continuar sendo uma aposta na Academia de Futebol, o meia terá mais concorrência em 2016: o Palmeiras já contratou para a posição Moisés, que estava no Rijeka, da Croácia, e Régis, ex-Sport. Para corresponder às expectativas, o meia precisará superar as lesões e voltar a mostrar o futebol que o trouxe de volta.

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Edhucca

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