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Advogada pede para ex-presidente da Conmebol cumprir prisão domiciliar

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Karen Pintos, advogada do uruguaio Eugenio Figueredo, 83, ex-presidente da Conmebol, afirmou que vai lutar para que seu cliente cumpra prisão domiciliar.
Figueredo retornou à prisão no último sábado (26) após sofrer um mal-estar e ser encaminhado a um hospital de Montevidéu para se tratar.
"Os requisitos que a lei exige para a prisão domiciliar são a idade e a doença", disse a advogada ao jornal "El País". O ex-dirigente já passou por três cirurgias no coração.
Ela já havia solicitado que seu cliente respondesse o processo em prisão domiciliar, mas teve o pedido negado pela justiça até o momento.
O ex-dirigente está sendo julgado por crimes de fraude e lavagem de dinheiro no Uruguai, já que movimentava esse dinheiro no país. As penas previstas no código penal uruguaio para os crimes citados são de 2 a 15 anos de prisão.
Figueredo, que foi extraditado da Suíça a pedido do Uruguai, chegou ao país sul-americano na quinta-feira e depôs durante várias horas perante a justiça uruguaia. No depoimento, reconheceu que existe corrupção na entidade que rege o futebol sul-americano, segundo comunicado do promotor que pediu a prisão do dirigente no Uruguai.
Figueredo "reconhece que são evidentes as movimentações indevidas de dinheiro na Conmebol [Confederação Sul-Americana de Futebol] e, pelos contratos que assinava, ao assumir o cargo de presidente, procurou 'legalizar' o 'dinheiro sujo' que dividiam" em "uma rede de corrupção que arruinou o futebol sul-americano, uma impunidade que se manteve durante décadas", escreveu o promotor Juan Gómez em seu primeiro comunicado sobre o caso.
O uruguaio foi vice-presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) entre 1993 e 2013, ano em que assumiu o cargo de presidente, e comandou a Associação Uruguaia de Futebol (AUF) entre 1997 e 2006. Também foi um dos vice-presidentes da Fifa.
Ele estava detido na Suíça desde 27 de maio teve sua extradição solicitada pelo Uruguai após a explosão do escândalo de corrupção abala a entidade que comanda o futebol mundial.

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