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Clube tenta ainda fechar patrocínio master

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SAMIR CARVALHO
SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O Santos quer fechar o patrocinador master e enfim resolver um problema que assola o clube desde 2012, quando o Banco BMG encerrou contrato. A cúpula santista tem conversas avançadas com dois "candidatos conhecidos" da torcida santista neste ano a fabricante de computadores Acer e à de bebidas Viton, que estampou o logo do Guaraviton.
As duas empresas já estamparam suas marcas de forma pontual no espaço mais nobre da camisa santista nesta temporada. Os valores das negociações são mantidos em sigilos, mas a ideia é fechar um acordo de, no mínimo, 12 meses.
O sonho do departamento de marketing do Santos é fechar um patrocínio de R$ 20 milhões anuais para o master, mas a cúpula santista reconhece que a quantia é quase impossível devido ao clima econômico pouco favorável no Brasil.
O patrocínio master é um problema tão sério no Santos que já causou a demissões de dois gerentes de marketing neste ano.
O presidente Modesto Roma começou 2015 com Alex Fernandes no cargo, profissional que o apoiou durante as eleições e trocado quatro meses depois por Paulo César Verardi. O segundo a exercer o cargo causou muitas polêmicas e foi ameaçado até por torcedores por não ser "santista de coração".
Com a ajuda do departamento de comunicação, o marketing santista tem amenizado as finanças fechando patrocínios pontuais.
No primeiro jogo da final da Copa do Brasil, na última quarta-feira, diante do Palmeiras, o Santos entrou em campo com cinco patrocinadores pontuais a Acer, a Algar Telecom, do ramo de comunicações, que estampou sua marca nos ombros dos jogadores, o jogo de videogame PES 2016, da Konami, que ficou com a parte superior das costas, a Intel, de tecnologia, na barra traseira inferior da camisa santista e, por fim, a empresa aérea marroquina Royal Air Maroc, na barra frontal.
Além dos patrocínios pontuais, o Santos ainda contou com os seus dois parceiros fixos Corr Plastik e Voxx.
Na corrida por um patrocinador fixo, o Santos também conversa com o Grupo Cimed. A indústria de medicamentos corre fora na briga com a Acer e a Viton para fechar um acordo fixo com o clube paulista.

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