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Dívida por uso do Pacaembu pode levar Santos a “lista de calote”

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SAMIR CARVALHO E VAGNER MAGALHÃES
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura de São Paulo negou o pedido de parcelamento proposto pelo Santos para o pagamento de uma dívida de R$ 220,9 mil pelo uso do estádio do Pacaembu em três partidas realizadas em 2014 e na vitória por 1 a 0 contra o Audax, pelo Campeonato Paulista deste ano. A negativa se deu atendendo a uma manifestação da assessoria jurídica do município.
Os santistas propuseram pagar a dívida em quatro parcelas iguais, com vencimento em cada uma das quatro partidas que o time viesse a fazer no estádio, a partir de agora.
A negativa foi publicada no “Diário Oficial” do Município no dia 1º de outubro. A partir da data, o Santos tem o prazo de dez dias para fazer o pagamento integral ou apresentar proposta de parcelamento mensal para análise da Procuradoria Geral do Município.
Caso nenhuma providência seja tomada, o débito poderá ser incluído no cadastro informativo municipal. A lista registra nomes de pessoas físicas e jurídicas que possuem pendências com os órgãos e entidades da prefeitura.
A diretoria do Santos desconversa sobre o assunto e alega que aguarda notificação dos administradores do Pacaembu, mas promete discutir a forma de quitar a dívida em reunião do Conselho Gestor nesta quinta-feira (8).
Os dirigentes santistas já demonstram insatisfação com os administradores do estádio e iniciaram conversas para mandar seus jogos no Morumbi e no Allianz Parque, caso deseje jogar na capital.
Além da dificuldade para pagar a dívida, a diretoria está insatisfeita com os valores de aluguel e até com o tratamento dado aos torcedores no Pacaembu.

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