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Apenas um veto do Profut entrará em votação, e CBF e árbitros perdem

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apenas um dos 36 vetos da presidente Dilma Rousseff a artigos do Profut, a lei de responsabilidade fiscal no futebol, será votada à parte pelo Congresso e pode passar a valer.
Nesta quarta (23),os artigos que tratam sobre a possibilidade de os clubes se transformarem em empresa serão votados em separado. Os demais vetos ao Profut foram mantidos foram mantidos.
"Os clubes poderem ser constituídos como SA é algo que representa uma modernização no modelo de gestão, além de se estabelecer uma nova fonte de recursos para a economia do futebol. Estamos trabalhando firmemente pela derrubada deste veto", afirmou o deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), relator da Medida Provisória que se transformou em lei e que apresentou o destaque, para votação, sobre os clubes se transformarem em empresa.
Com isso, vetos que CBF, clubes e a associação de árbitros de futebol tentavam colocar na votação, não serão mais avaliados.
A confederação, por exemplo, tentava validar artigo que diminuía o valor de multas rescisórias de atletas de 100% para 50% do que o jogador teria que receber até o fim do contrato. Também tentava que passasse a alteração da idade, de 14 anos para 12 anos, para início de formação de jovens nos clubes.
O veto ao recebimento de direito de arena (0,5%) para os árbitros de futebol também está mantido. Os juízes queriam receber parte dos valores de direito de transmissão pago pelas TVs por terem suas imagens veiculadas nas partidas de futebol.
Uma comissão de árbitros esteve em Brasília, na terça (22), tentando convencer os deputados a votar esse artigo em separado.




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