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Após bronze, Fratus volta a nadar e 'pilha' revezamento, que acaba em 6º

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PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
KAZAN, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Menos de duas horas após conquistar o bronze nos 50 m livre, neste sábado (8), Bruno Fratus caiu na água novamente para comandar o revezamento 4 x 100 m livre misto brasileiro no Mundial de Kazan.
Empolgado pelo resultado individual, o velocista conduziu a equipe (que também tinha Matheus Santana, Larissa Oliveira e Daynara de Paula) ao sexto lugar na final, em 3min25s58.
Pode parecer pouco, mas foi uma melhora superior em dois segundos na comparação com o tempo da manhã, na eliminatória. A prova não pertence ao programa olímpico, e é uma inovação da Federação Internacional de Natação na tentativa de dar mais equidade aos sexos. Os Estados Unidos triunfaram com a marca de 3min23s05, novo recorde mundial. A Holanda ficou em segundo e o Canadá, em terceiro. Rússia e Itália ficaram na quarta e quinta posições, respectivamente.
Fratus fez, em sua passagem, um parcial de 47s83, terceiro melhor da prova. Mas o que impressionou os companheiros de equipe foram as ordens do "capitão".
"O Bruno faz uma pressão danada para que nadássemos o melhor. Ele é muito perfeccionista", afirmou Larissa. "Eu adorei a pilha que ele colocar na gente", complementou Daynara.
O medalhista de bronze nos 50 m livre, pouco antes, não deu refresco. "O importante é cada vez que cair na água nadar mais rápido. Só desse jeito conseguimos chegar no resultado que almejamos", comentou.
Fratus e Santana integraram o revezamento 4 x 100 m livre masculino que, no domingo (2), terminou na quarta posição. Resultados à parte, ele acredita que o sentimento de união a um ano dos Jogos Olímpicos foi o diferencial do país.
"Aqui em Kazan eu percebi o nascimento de um time. Antes, o Brasil costumava ser uma equipe com vários nadadores individuais, isolados. Aqui estão todos engajados em crescer junto, e isso é muito legal", acrescentou.
Em seu primeiro Mundial, Santana ficou a uma vaga de entrar na decisão dos 100 m livre, na quarta-feira (5), porém também ressaltou que o elo entre os integrantes da delegação é importante.
"Nem diria que virou um time, virou uma família. Estamos unidos naturalmente. Essa foi uma coisa que marcou bastante no mundial e vamos fazer crescer cada vez mais", afirmou.

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