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Sexta-feira em Kazan tem pódio triplo e medalha de bronze para lenda

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PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
KAZAN, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - O antepenúltimo dia de provas de natação no Mundial de Kazan teve quebra de sequências históricas, pódio com cinco medalhistas e outro com duas irmãs lado a lado, e a conquista de uma lenda da natação que ressurgiu.
A Arena de Kazan assistiu nesta sexta-feira (7) ao encerramento de dois domínios que duravam anos. Um deles foi o do húngaro Daniel Gyurta, 26, nos 200 m peito. Atual campeão olímpico da prova, ele defendia um tricampeonato em Mundiais (triunfou em Roma-2009, Xangai-2011 e Barcelona-2013).
Porém, desta vez teve de se contentar com um bronze. Com a marca de 2min08s10, ele terminou atrás do alemão Marco Koch (ouro com 2min07s76) e do norte-americano Kevin Cordes (prata com 2min08s05).
Outro reinado que se esvaiu foi o dos Estados Unidos no revezamento masculino 4 x 200 m. Eles dominavam a prova em Mundiais desde a edição de Montreal, em 2005, mas terminaram na segunda posição (7min04s75), atrás da Grã-Bretanha (7min04s33). A Austrália completou o pódio.
O revés impediu a um nadador em especial uma façanha histórica. Ryan Lochte, 31, esteve presente em todos os ouros norte-americanos, desde 2005, e poderia ser hexacampeão na distância.
O revezamento também premiou uma lenda da natação que se ausentou das piscinas por seis anos e retomou a carreira internacional em Kazan. Grant Hackett, 35, nadou a eliminatória e, por isso, tem direito a uma medalha de bronze.
Bicampeão olímpico dos 1.500 m livre em Sydney-2000 e Atenas-2004 e dono de 17 láureas em Mundiais, Hackett abandonou a natação em 2009 e viu sua vida se despedaçar em meio a uma separação polêmica da cantora Candice Alley e o vício com a pílula Stilnox, anti-sono. Ele voltou a nadar no final do ano passado e se garantiu na equipe australiana, após passar pela seletiva.
"Eu desfrutei a atmosfera aqui e minha prova. Me senti bem na maior parte dela", disse Hackett após a eliminatória pela manhã.
A Austrália também se destacou ao ver as duas irmãs Campbell, Bronte e Cate, subirem ao pódio dos 100 m livre. Bronte levou o ouro com 52s52 e Cate, o bronze com 52s82. Entre ambas, a sueca Sarah Sjostrom (52s70) tentou estragar a festa, sem sucesso.
O pódio dos 200 m peito também foi diferente. Houve um tríplice empate na terceira posição: a espanhola Jessica Vall, a dinamarquesa Rikke Moller Pedersen e a chinesa Jinglin Shi se igualaram com o tempo de 2min22s76.
Foi a primeira vez na história dos Mundiais que tal situação pitoresca aconteceu. O ouro ficou com a japonesa Kanako Watanabe (2min21s15) e a prata, com a norte-americana Micah Lawrence (2min22s44).




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