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Fratus vai à semifinal, e Manaudou lamenta saída de Cielo dos 50 m livre

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PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
KAZAN, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Bruno Fratus, nos 50 m livre, e Daynara de Paula, nos 50 m borboleta, foram os únicos brasileiros a avançarem às semifinais depois das eliminatórias desta sexta-feira (7) no Mundial de Kazan, na Rússia.
Joanna Maranhão (200 m costas), Arthur Mendes Filho (100 m borboleta) e o revezamento 4 x 200 m livre não passaram de fase. As finais e semifinais desta sexta começam às 11h30 (de Brasília).
Fratus, que terminou 2014 com o terceiro tempo do mundo, registrou 22s01 e teve o quinto melhor tempo na prova mais rápida da natação. O primeiro na classificação foi o francês Florent Manaudou, maior favorito ao ouro, que fez 21s71.
"Foi uma boa prova para a manhã. A diferença entre nadar de manhã e de tarde é grande. Era o que eu esperava", afirmou o nadador, cuja melhor marca na carreira é 21s41.
Ele é o único brasileiro restante na prova já que Cesar Cielo abandonou o Mundial de Kazan na quarta-feira (5) por causa de lesão no tendão supra espinhoso do ombro esquerdo.
"Esses 22s01 foi a eliminatória mais rápida que eu já nadei, que me lembro. Isso é bom", complementou.
Manaudou afirmou que "se sentiu bem, mas não deu tudo, assim como os adversários". "Essa prova é um jogo de xadrez", comentou.
O francês, atual campeão olímpico da prova, disse que a ausência de Cielo "é uma pena". O brasileiro defenderia o tricampeonato mundial na distância. "Ele detém muitos títulos. Aqui, espero ocupar o lugar dele", concluiu o francês.
Ambos nadaria lado a lado na última série eliminatória, mas a baliza de Cielo ficou vazia.
Daynara classificou-se para as semifinais dos 50 m borboleta no limite. Passou na 16ª posição, com o tempo de 26s49. A líder foi a sueca Sarah Sjostrom, com 25s43.
"Vou dar a vida para ir à final. Na eliminatória, respirei quatro vezes, o que é muito. Agora vem a parte legal", disparou a brasileira.
Ela contou que a empolgação aumentou depois que Etiene Medeiros conquistou, na quinta-feira (6), a primeira medalha da natação feminina do país em Mundiais, com a prata nos 50 m costas.
"Eu chorei, como sempre choro quando algum brasileiro vai ao pódio. Ela treina comigo, lado a lado. A Etiene é muito focada, evoluiu muito, e estou orgulhosa. Ela sabe o quanto torço por ela. Espero que um dia a mulherada passe por cima, quem sabe até dos homens?", sugeriu.
O revezamento 4 x 200 m (com Luiz Altamir, João de Lucca, Thiago Pereira e Nicolas Oliveira) poderia ter garantido uma vaga olímpica nos Jogos do Rio caso terminasse entre os 12 melhores. Mas obteve apenas o 15º tempo (7min16s85) e vai depender de posição no ranking para se classificar.

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