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Substituto de Pato, Centurión sonha com gol em clássico

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GUILHERME PALENZUELA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Provável titular do São Paulo no clássico contra o Corinthians, o atacante Centurión falou nesta quinta-feira (6) que considera o próximo adversário o maior rival do clube. Substituto de Pato, o argentino disse que sonha em fazer um gol neste domingo (9) .
"Domingo vai ser um bom dia pra enfrentar um time como é o Corinthians, com jogadores. Estamos em casa, torcedor do nosso lado. Temos a obrigação de ganhar. Acho que do tempo que estou aqui no São Paulo, para mim o Corinthians é o maior rival. Acho que o Corinthians tem uma defesa muito boa. Seria um sonho fazer um gol no clássico", disse Centurión.
Além do desfalque de Pato, impedido de atuar por cláusula no contrato de empréstimo, o São Paulo também não conta com o meio-campista Thiago Mendes, que vinha atuando como ala direito, suspenso. O clube ainda aguarda resposta ao pedido do efeito suspensivo para Luis Fabiano, que também está suspenso.
O atacante colombiano Wilder Guisao poderia estrear contra o Corinthians, mas passou esta quinta novamente longe do gramado, realizando trabalhos físicos sob supervisão de fisioterapeutas. Para Centurión, a presença de Wilder no clássico poderia ser benéfica pela comunicação em espanhol.
"Wilder está com uma dor, se machucou, acho. Está se trantando. É um menino muito legal, ele fala espanhol, então é muito legal", disse. "Pode ser uma ideia, né? Tudo se resolve em campo. Mas há que usar a cabeça quando um está cansado de corpo, tem de usar a cabeça", completou.
Centurión também falou sobre sua adaptação ao Brasil. O argentino teve problemas de adaptação comentados publicamente pelo ex-técnico do time, Muricy Ramalho, mas agora se solta. Já falando melhor o português, ele conta que tem usado a televisão como ferramenta de aprendizagem.
"Acho que é na conversa no dia a dia. Escuto e vou formando comigo mesmo. O dia a dia me ajuda muito. Em casa ligo a TV, não vejo, e escuto. Vou fazendo outra coisa e só escuto. Isso me ajuda", disse. "Eu quero falar português, não espanhol. Estou no Brasil, vou falar português. O importante é trocar palavras com meus companheiros brasileiros. Quando eu falo e alguém me entende, tiro um peso de cima", falou.




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