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Cielo dá susto; revezamento briga por medalha no Mundial de Kazan

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PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
KAZAN, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Bicampeão mundial dos 50 m borboleta, Cesar Cielo começou a defesa dos títulos no Mundial de Kazan, na Rússia, com sustos.
O velocista passou raspando para as semifinais da prova ao obter apenas o 14º tempo das eliminatórias neste domingo (2). O paulista fez 23s66, muito abaixo de sua marca de registro na competição, que era de 23s11. As semifinais e finais do Mundial ocorrerão às 11h30 (de Brasília).
"Está meio difícil, mesmo. Não está saindo do jeito que imaginei. Desde o mês passado, na França [no Aberto da França], não saiu como esperado", afirmou Cielo.
"Eu achei que não iria nem mesmo passar para a semifinal, para ser sincero. Agora, é garantir uma vaga na final, e nela é todo mundo contra todo mundo, é tentar bater na frente", complementou.
Ele também falou que a temperatura, fria, foi um empecilho. "O dia está bem frio. A piscina pode ser coberta, mas não é fechada. Foi difícil aquecer, mas tive uma prova mal nadada mesmo. Estou carregando uma dificuldade desde o começo do ano", disse.
Outro brasileiro na prova, Nicholas Santos, avançou às semifinais com o sexto melhor tempo (23s41). "Dei uma boa soltada no final, respirei duas vezes, foi bom. É uma competição em que não dá para dar bobeira", contou Santos.
O melhor na qualificação nos 50 m borboleta foi o francês Florent Manaudou, com 23s15.
Se Cielo teve dificuldades, o revezamento 4 x 100 m masculino deu um bom indício de que pode ir para o pódio neste domingo. A equipe fez o segundo melhor tempo das eliminatórias, atrás apenas da Rússia (3min12s46 contra 3min13s99).
Marcelo Chierighini, Matheus Santana, Bruno Fratus e João de Lucca, nesta ordem, disputaram a prova. Ainda não está definido se Cielo, que detém o recorde mundial dos 100 m livre (46s91), disputará a decisão.
Houve duas surpresas na classificação: Estados Unidos e Austrália acabaram fora do grupo dos oito finalistas.
"Eu acho que fizemos uma boa prova. Nadamos contra a França, que é uma das favoritas, e ganhamos a série. Todos nadaram bem, foi uma boa estreia", disse Chierighini. "Teremos de dar o melhor da vida e, se todos fizerem isso, podemos pegar medalha."
No revezamento feminino, o Brasil terminou na 11ª posição, ou seja, fora da final. Para a Rio-2016, ambos estão classificados.
Joanna Maranhão (200 m medley) e Felipe Lima e Felipe França (100 m peito) avançaram para as semifinais de suas respectivas provas e as disputarão em algumas horas.

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