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Dirigente argentino diz que voto contra Blatter 'não estava errado'

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MARIANA CARNEIRO
BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Um dos dirigentes que votaram contra a permanência de Joseph Blatter na Fifa, o presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino), Luis Segura, disse nesta terça (2) que a eleição não deveria ter ocorrido.
"Imaginei que isso fosse acontecer, mas não tão cedo", disse Segura, demonstrando pouca surpresa com a renúncia de Blatter.
"Foi uma eleição rodeada por um monte de inconvenientes e me parecia melhor que não se realizasse. Mas seguiram adiante e acabou como acabou", afirmou. "À luz do noticiário, o voto [da Argentina] não estava tão errado assim".
O dirigente vinha sendo criticado dentro da própria associação por ter decidido não apoiar Blatter sem antes ter consultado a maioria dos clubes do país. Alguns presidentes chegaram a sugerir a sua renúncia.
"Não disse [que renunciaria], não é minha intenção e não planejo fazer isso", afirmou Segura.
A decisão do dirigente foi interpretada no futebol argentino como uma ruptura ao "grondonismo", em referência ao histórico presidente da AFA, Júlio Grondona, morto no ano passado.
Aliado de Blatter, Grondona é um dos investigados pela justiça americana no caso que apura o pagamento de propina a dirigentes da Fifa.
"O grondonismo morreu. Grondona era um amigo querido, o respeitamos, mas está morto", afirmou Segura, acrescentando que não teme a investigação americana.
"Tudo o que Grondona recebeu pela AFA está documentado", disse.

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