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Chefe de ética da Fifa diz que trabalho continua após renúncia de Blatter

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O investigador-chefe do comitê de ética da Fifa disse que vai continuar trabalhando com a entidade máxima do futebol para garantir a conformidade com o código de ética, após o presidente da entidade, Joseph Blatter, anunciar sua renúncia.
"A câmara [de investigação] vai continuar o seu mandato junto com a câmara decisória do comitê de ética de forma consistente, garantindo o cumprimento do código de ética da Fifa e fará disto sua mais alta prioridade, independentemente de quem for o presidente", afirmou Cornel Borbely, investigador-chefe de ética da Fifa, em comunicado nesta terça-feira (2).
"A independência do órgão em relação ao presidente, independentemente de quem está exercendo essa função, é uma parte fundamental da boa governança corporativa."
A declaração de Borbely ocorreu momentos após Blatter renunciar ao cargo de presidente da Fifa, em meio a uma investigação de corrupção liderada pelos Estados Unidos que mergulhou a entidade na pior crise de sua história.
Blatter anunciou sua saída apenas quatro dias após o cartola ser reeleito para um mandato que duraria até 2019.
"Embora os membros da Fifa tenham me reelegido presidente, não pareço estar apoiado pelo mundo do futebol: jogadores, clubes. Vou continuar exercendo a minha função como presidente até um novo presidente ser escolhido", anunciou Blatter em pronunciamento na sede da entidade, em Zurique.
"Eu refleti sobre minha presidência, meus últimos anos. Esses anos foram dedicados à Fifa e a esse belo lugar do futebol. Eu adoro e amo a Fifa mais do que qualquer coisa. E só quero fazer o melhor pela Fifa e pelo futebol. Decidi concorrer de novo [para a última eleição], foi uma eleição apertada. É por isso que vou convocar um congresso extraordinário e colocar minha função à disposição", afirmou o cartola.
A nova eleição para presidente da Fifa deve acontecer entre dezembro deste ano e março de 2016, de acordo com a entidade.
Na eleição da semana passada, Blatter venceu após o príncipe desistir de participar do segundo turno. Na primeira votação, obteve 133 votos entre 209 federações. Pelas regras, como nenhum dos dois candidatos atingiu dois dois terços dos votos, haveria a necessidade de um segundo turno, quando então se exige apenas maioria simples.
Com os 133 votos, Blatter já tinha, em tese, essa maioria. O príncipe, que conquistou 73 votos, então abriu mão da disputa. Três votos foram nulos.

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Edhucca

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