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Em tom de despedida, Milton Cruz diz que novo técnico terá 'grupo excelente'

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O técnico interino do São Paulo, Milton Cruz, falou em tom de despedida após a vitória por 3 a 0 sobre o Joinville neste sábado (23), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.
Ele comandou o time pela décima vez (com sete vitórias e três derrotas), e comentou o interesse são-paulino pelo colombiano Juan Carlos Osorio, que atualmente treina o Atlético Nacional.
"Não sei se é meu último jogo. Estou fazendo meu trabalho, me dedicando ao máximo, dentro do possível. Houve uma melhora neste período [em que esteve à frente do time]", disse.
"O treinador que vier vai pegar um grupo excelente de trabalho, com jogadores profissionais e que querem ajudar o clube. É um plantel com potencial de ser campeão brasileiro", declarou.
"Osorio é um grande treinador, um estudioso do futebol. Já trabalhei contra ele [quando Osorio estava no Once Caldas]. Se o São Paulo o trouxer, é um grande treinador", complementou.
Cruz contou que almoçou neste sábado com o presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, para discutir sua situação. Ambos combinaram que a decisão sobre sua permanência ou não como membro da comissão técnica será tomada após o anúncio de um novo técnico.
"Espero que na hora que terminar minha participação sentemos e cheguemos a um acordo", comentou.
Ele disse que até cogita a ideia de se tornar treinador, mas que a opção ainda será refletida. Cruz não quis dizer se já recebeu proposta de outros clubes.
"Por enquanto não defini nada da minha situação, se vou sair para ser treinador. Preciso sentar com minha família e ver com o presidente para definir. É gostoso ganhar, mas tenho que agradecer o apoio da torcida, que gritou meu nome novamente. Isso é gratificante, dá uma motivação. Mas tenho pé no chão."
PROTESTO
Cruz disse que respeita as manifestações feitas por membros da torcida organizada Independente na porta do estádio, antes da partida.
Cerca de 80 torcedores criticaram duramente alguns jogadores do elenco, com exceção de Rogério Ceni, e o vice de futebol Ataíde Gil Guerreiro.
O mais perseguido foi Luis Fabiano, chamado repetidamente de "pipoqueiro".
"A torcida tem todo direito de manifestar. Mas não senti o time abalado por esse motivo. Ficamos chateados por alguns companheiros, mas a torcida está no direito dela de protestar, porque ela pagam", afirmou.

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