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Jornalistas alegam ter credenciais canceladas por equipe de Mayweather

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Duas jornalistas americanas alegaram que a equipe do boxeador Floyd Mayweather Jr. tentou bloqueá-las da cobertura da luta contra o filipino Manny Pacquiao, que acontece na madrugada deste domingo (3), em Las Vegas. O motivo, segundo Rachel Nichols, da CNN, e Michelle Beadle, da ESPN, seria a publicação, por ambas, de matérias que relacionam o norte-americano à violência contra mulheres.
"Sem luta para mim ou para a @MichelleDBeadle. A equipe de Mayweather disse ao meu produtor que estava bloqueando minha credencial", escreveu Nichols, neste sábado (2), em sua conta no Twitter.
"Eu, juntamente a @Rachel__Nichols, fui banida da MGM Grand Arena para a luta de hoje à noite pela equipe de Mayweather", completou Michelle Beadle, também na rede social.
A assessoria de Mayweather negou que as repórteres foram impedidas de cobrir a luta.
Kelly Swanson, dona da empresa que presta assessoria ao boxeador, também levou a discussão às redes sociais. Escreveu que Rachel Nichols está credenciada, e que, apesar de Michelle Beadle não estar na lista de imprensa, ela também tem acesso garantido ao evento.
Beadle chegou a confirmar, algum tempo depois, que a emissora HBO conseguiu reaprovar sua credencial no fim da última sexta-feira (1).
Tudo começou quando ela desistiu da cobertura da luta, após escutar que sua credencial havia sido cancelada. O fato, então, provocou especulações de que a equipe de Mayweather estava tentando proibir a entrada de jornalistas que publicaram matérias que o ligam à violência doméstica contra mulheres.
Tanto Beadle quando Nichols escreveram sobre o boxeador em 2014.
De acordo com o "Guardian", Beadle chegou a se desculpar ao público por não ter noticiado com clareza o passado de Mayweather, alegando que ela não estava "ciente do quão horrível sua ficha criminal" é.
Nichols entrevistou o lutador, e realizou diversas perguntas sobre os casos de violência. Ela ainda chegou a sugerir que mulheres deveriam boicotar uma de suas lutas de pay-per-view.
ACUSADO
O caso traz à tona o passado do norte-americano, horas antes de sua luta mais esperada em anos.
Em 2011, cinco mulheres acusaram Mayweather por violência doméstica. Em um dos casos, ele teria realizado o ato em frente a um de seus filhos.
O boxeador chegou a ser preso em 2012, após declarar-se culpado.
Ele foi condenado a 90 dias de prisão, mas cumpriu apenas dois terços da pena.

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