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​Spider tem premiação de cerca de 6 U$ milhões bloqueada por Dana White

Da Redação ·
Foto: Divulgação
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Desde que Anderson Silva e Nick Diaz foram flagrados no exame antidoping realizado pela Comissão Atlética de Nevada, na última terça-feira (03), muita coisa aconteceu no noticiário do MMA envolvendo o nome dos dois atletas. A mais nova envolve o brasileiro: segundo o editor da revista Veja, Lauro Jardim, o presidente do UFC, Dana White, confiscou os cerca de 6 milhões de dólares que o Spider receberia por sua volta ao octógono, no último sábado (31), quando derrotou Diaz pelo UFC 183. Anderson receberia 800 mil dólares pelo combate contra o americano e o restante seria recebido através do pay per view.

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De acordo com a publicação, Dana só liberaria o valor após o processo de doping de Anderson Silva chegar ao final. O brasileiro foi flagrado pela Comissão por uso de substâncias proibidas – Drostanolona e Androsterona – para a luta, em teste realizado no dia 9 de janeiro, enquanto Nick Diaz foi pego por uso de maconha pela terceira vez em sua carreira.

Desde que a notícia envolvendo o lutador brasileiro veio à tona, muitas dúvidas surgiram entre a grande mídia e também aos fãs de MMA acerca da substância encontrada no exame requisitado pelo Ultimate. Em entrevista ao site Lance!Net, Eduardo De Rose, membro do Comitê executivo da Wada (Agência Mundial Antidoping), que é referência no assunto, comentou sobre o anabólico esteroide flagrado no corpo de Anderson Silva. Vale ressaltar que a empresa não possui nenhum tipo de filiação com o UFC.

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“O efeito desses esteroides no corpo dependem de diversas questões. O fato de ser utilizado de forma instramuscular ou oral e também a dose, a frequência e a absorção do atleta, faz com que essas substâncias possam ser encontradas na urina por um ano, quando injetado, ou durante três meses, quando for utilizado via oral. Em relação ao efeito na hora do desempenho, isso é pouco importa. O atleta em questão recebe a punição por usar uma substância proibida, sendo comprovada pela presença da mesma na urina. O questionamento sobre um possível aumento ou não do atleta nunca é considerado”, afirmou Eduardo De Rose.

Com informações do Terra - Confira matéria completa AQUI