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Guerrero confessa ter esticado o braço, mas diz que expulsão foi 'injusta'

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SÃO PAULO, SP - Paolo Guerrero foi o jogador mais aguardado pela imprensa na saída dos jogadores do Itaquerão. Em uma noite em que o Corinthians goleou o Once Caldas, da Colômbia, por 4 a 0, pela primeira fase da Libertadores, o centroavante e principal atacante da equipe teve de explicar o motivo para ter sido expulso ainda no primeiro tempo.

Ele deu uma cotovelada no zagueiro Camilo Pérez.

"No vestiário, os outros jogadores me disseram que várias vezes eu havia decidido o jogo para eles. Tinha chegado a vez de correrem por mim. Fiquei muito feliz com o resultado, apesar de tudo", disse o peruano.

Suspenso, ele não enfrenta os colombianos em Manizales, na próxima quarta (11). O centroavante ainda não decidiu se vai viajar com o restante da delegação para dar apoio moral.

Apesar de confessar ter "esticado o braço para trás e acertado o rosto" do adversário, Guerrero opina não ter merecido o cartão vermelho. "Ele simulou, se jogou no chão. Tanto é verdade que continuou jogando depois", explicou.

"A única coisa que eu sei é que os times vêm me provocar, vêm me bater, só fico apanhando, apanhando, e os juízes não fazem nada. Eu também tenho que me proteger, não posso ficar apanhando todas as vezes. E por me proteger deixei a mão para trás e o cara simulou uma falta. Eu fiz apenas como proteção", completou.

Dependendo do relatório do juiz argentino Patrício Lostau, Guerrero pode pegar até mais do que uma partida de suspensão e perder a estreia corintiana na fase de grupos, contra o São Paulo, no Itaquerão.

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