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Brasil pode ser 'dividido' em 4 regiões durante a Copa

Da Redação ·
 Brasil já está se preparando para receber o Mundial
fonte: Divulgação
Brasil já está se preparando para receber o Mundial

Enquanto ainda se discute as obras nos estádios e na infraestrutura do Brasil para receber a Copa de 2014, os dirigentes já estudam a melhor forma de realizar a competição. Segundo revelou nesta quinta-feira o presidente da CBF e do Comitê Organizador do Mundial, Ricardo Teixeira, existe a possibilidade de "dividir" o País em quatro regiões, concentrando os jogos de cada seleção em cada uma delas, para facilitar os deslocamentos das delegações e dos torcedores durante o evento.

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Ricardo Teixeira não quis explicar os detalhes dessa possível divisão, mas admitiu que a ideia foi levantada por causa das dimensões continentais do Brasil. "Seria para evitar um grande transporte de torcedores de um lado para outro, por causa das grandes distâncias que nós temos (no País). Mas isso ainda está sendo estudado", afirmou o dirigente. Ele adiantou, no entanto, que a seleção brasileira ficará concentrada no Rio de Janeiro, onde a CBF pretende construir um novo centro de treinamento.

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Ao todo, 12 cidades brasileiras irão receber jogos da Copa: Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife e Manaus. E a expectativa é de que mais de 600 mil estrangeiros visitem o País durante a competição. Assim, com essa possível divisão em quatro regiões, cada uma das 32 seleções participantes ficaria concentrada numa área específica, sem ser obrigada, por exemplo, a fazer uma partida no Nordeste e outra no Sul.

DISCORDÂNCIA - Durante a entrevista desta quinta, Ricardo Teixeira não quis falar sobre o futuro da seleção brasileira, que ainda está sem treinador para iniciar a preparação para a Copa de 2014. Mas ele rebateu a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticou o continuísmo no comando da CBF. "Respeito profundamente e democraticamente o que o presidente Lula acha de reeleição, apesar de discordar", afirmou o dirigente, que está no cargo desde 1989.