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Torcedores de São Paulo e Corinthians iniciam tumulto, mas PM dispersa

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ALEX SABINO, ENVIADO ESPECIAL
LIMEIRA, SP - A Polícia Militar se preparou para evitar confusão na chegada de corintianos e são-paulinos na semifinal da Copa São Paulo de futebol júnior. Não estava preparada para a saída.
Conforme os minutos dos acréscimos do segundo tempo iam passando, as organizadas do clube do Morumbi correram para o portão de saída da torcida visitante. Os corintianos fizeram o mesmo e o confronto se tornou inevitável.

Balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta foram utilizados pelos policiais militares para dispersar as organizadas e evitar que se enfrentassem.
O cheiro do gás de pimenta alcançou e fez arder os olhos até dos torcedores "comuns", que deixavam o estádio Major José Levy Sobrinho pelo portão principal, do lado oposto ao que acontecia a confusão.

"Não tenho notícia de nenhuma prisão ou do que aconteceu realmente. Estamos averiguando", disse o tenente que se identificou apenas como Téo.
A FPF (Federação Paulista de Futebol) levou a semifinal entre São Paulo e Corinthians para Limeira por acreditar que minimizaria o risco de conflitos entre as organizadas.

Dentro de campo, o Corinthians venceu por 3 a 0 e vai decidir o título no domingo (25), contra o Botafogo-SP.

A polícia de Limeira organizou um esquema de segurança em que 150 oficiais foram usados, assim como 60 integrantes da guarda municipal. Os ônibus das caravanas de organizadas que saíram de São Paulo foram recebidos ainda na estrada e escoltados para os arredores do estádio, onde as ruas estavam isoladas.

O plano começou a dar problemas porque a PM segurou grande parte dos integrantes das torcidas organizadas até o limite.

Quando os são-paulinos da Independente despontaram na esquina do campo conhecido como Limeirão, a partida já estava no intervalo.

Pior destino teve parte da Gaviões da Fiel, a maior organizada do Corinthians. Quando foram liberados para pisar na arquibancadas, a equipe fez o terceiro gol. Aos 26 min do 2º tempo.

A irritação nos sócios da Gaviões era visível. Tanto que discutiram com policiais e houve princípio de tumulto. Os ânimos foram contidos, o que não aconteceu pouco depois.

Para evitar a presença maciça das organizadas, a FPF colocou venda de ingressos. Cobrou R$ 20 para arquibancada e R$ 30 para cadeiras. Os pontos de venda eram em Limeira, também para coibir quem queria sair da capital. Mas as torcidas organizadas já chegaram com ingressos em mãos, tornando a medida da organização do evento inócua.

"A confusão no final foi da torcida do São Paulo com a Polícia Militar, mas isso já está controlado. Não temos notícia de nenhum ferido, de nada grave", disse o secretário municipal de segurança, Maurício Miranda de Queiroz.

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