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Praia que pode consagrar Medina é 'reservada' para surfistas

Da Redação ·
 Gabriel Medina durante uma sessão livre antes do ASP World Tour Billabong Pro Tahiti 2014 em Teahupoo.  - Foto: Ryan Miller/Red Bull Content Pool (11/08/2014)
Gabriel Medina durante uma sessão livre antes do ASP World Tour Billabong Pro Tahiti 2014 em Teahupoo. - Foto: Ryan Miller/Red Bull Content Pool (11/08/2014)

PIPELINE, HAVAÍ - A praia de Pipeline, no Havaí, que recebe a última etapa do Mundial de surfe, não dá brecha para os que não são surfistas. 

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O local é o principal ponto do North Shore, que fica na costa norte da ilha de Oahu, mas fica restrito para quem sabe surfar. Nenhum banhista se arrisca a enfrentar a força das ondas. 

Pela manhã, a praia já está cheia de surfistas, que ficam amontoados à espera das ondas. Alguns visitantes molham, no máximo, os pés. E voltam imediatamente para a areia para acompanhar as manobras dos surfistas. 

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"Eu não me arrisco. Prefiro ver tudo de longe, é mais seguro. Quando for para entrar no mar, vou para outro lugar", diz a odontologista Márcia Costa, 37. 

As ondas vindas do oceano Pacífico quebram com muita força quando se encontram com o fundo raso cheio de recifes de corais em Pipeline. Fazem até o chão tremer. 

Em janeiro, por exemplo, a média do tamanho das ondas é de 12 pés (3,65 metros). Já em julho, a média é de 6 pés (1,82 metro). Aí é possível molhar mais que os pés.