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Gol aos 46 min do segundo tempo dá vaga aos EUA

Da Redação ·
 Djebbour chutou uma bola na trave dos EUA no início da partida
fonte: DO Uol
Djebbour chutou uma bola na trave dos EUA no início da partida

Assim como tinha acontecido no empate de 2 a 2 com a Eslovênia na última rodada, os Estados Unidos foram prejudicados pela arbitragem. Mas com um gol marcado por Donovan já nos acréscimos, o time norte-americano venceu a Argélia por 1 a 0 e garantiu sua vaga nas oitavas de final.

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Além da vaga no mata-mata , o time comandado pelo técnico Bob Bradley também terminou na primeira colocação do grupo C da Copa do Mundo da África do Sul. Isso porque no outo jogo da chave, a Inglaterra venceu a Eslovênia apenas por 1 a 0, ficando atrás na tabela por ter marcado menos gols.

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Os Estados Unidos começaram mostrando que tinham mais recursos técnicos que os argelinos, ficando mais com a posse de bola e tocando com facilidade no meio-campo e saindo de forma mais incisiva ao ataque.

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Mas se os meias trabalhavam na seleção dos EUA, a defesa colocava todo esse trabalho em perigo. Com menos de 10min de jogo, os zagueiros norte-americanos bateram cabeça em pelo menos duas oportunidades, gerando chances de perigo para a Argélia, com uma delas redundando em um chute na trave.

A partir dos 25min do primeiro tempo, a seleção argelina conseguiu equilibrar as ações e até ficar mais com a bola em seus pés, chegando com perigo ao gol rival. Só que os norte-americanos eram perigosos nos contra-ataque. Tiveram pelo menos duas boas chances, incluindo um gol anulado de bola errada.

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O segundo tempo começou tempo por conta do resultado da outra partida da chave. A Inglaterra foi para o intervalo vencendo a Eslovênia por 1 a 0, resultado que eliminava norte-americanos e argelinos e o jogo entre eles terminasse empatado.

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A Argélia não começou tão recuada quanto na etapa anterior, mas também mostrava fragilidade em seu setor defensivo. Sempre que os norte-americanos Donovan, Altidore e Dempsey ficavam no mano a mano com os zagueiros rivais, levavam vantagem.

Nos momentos mais nervosos da partida, se faltava habilidade aos jogadores dos Estados Unidos, sobrava vontade. Os argelinos apostavam nos toques rápidos, mas não encontravam uma maneira de entrar na defesa adversária, sempre bem postada.

Sem condições de chegar com efetividade ao ataque, a seleção da Argélia voltou a ficar mais em seu campo de defesa, para tentar usar as saídas rápidas.