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"Geração Neymar" encara semifinal pela seleção sem o ícone

Da Redação ·
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fonte: Foto: Cbf/ Divulgação
"Geração Neymar" encara semifinal pela seleção sem o ícone

Durante quatro anos, Neymar carregou o peso de ser o maior de uma geração que disputaria uma Copa do Mundo em casa. A cada fracasso, ouviu algo como: "Será que eles aguentarão a bronca na hora de decidir?". A hora de decidir chegou. Nesta terça, às 17h, no Mineirão, o Brasil enfrenta a Alemanha em sua prova de fogo.

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O maior teste dessa geração, porém, será sem o seu ícone principal, lesionado de maneira dramática a poucos dias dos jogos mais importantes da sua vida.

A ausência de Neymar dominou a seleção nos últimos dias. Desde que se soube que o camisa 10 não jogaria mais a Copa do Mundo por uma lesão na terceira vértebra lombar, só se discutiu a gravidade do lance, o impacto que isso tem no time e quem poderá substitui-lo. E claro, lamentou-se.

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O atacante provocou choro, mobilizou torcedores e criou uma comoção.

Não é por menos. Neymar representa o time atual como poucos craques do Brasil já o fizeram com a sua geração. Esquecido ainda jovem por Dunga na última Copa, a então promessa santista estreou na seleção em 2010 como o expoente de um time que trazia novidades a uma seleção em reformulação.

"O retorno do jogo bonito", estamparam jornais europeus quando Neymar fez um dos gols da seleção na vitória por 2 a 0 sobre os Estados Unidos. Camisa 11 àquela altura, o atacante do cabelo diferente foi capa de várias dessas publicações ao lado de Pato, que completou o placar. Com Ganso, eles formavam o trio que parecia destinado a guiar o Brasil rumo à sua Copa do Mundo em casa.