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No Brasil, só trabalharia no Flamengo, diz Zico

Da Redação ·
 Em seu retorno ao Flamengo, Zico disse que construção do centro é prioridade; ex-craque afirma que quer deixar um "legado" para o clube
fonte: Foto por Fábio Motta/AE
Em seu retorno ao Flamengo, Zico disse que construção do centro é prioridade; ex-craque afirma que quer deixar um "legado" para o clube

Maior ídolo da história do Flamengo, Zico retornou oficialmente ao clube nesta terça-feira (1º) e assumiu a função de diretor-executivo de futebol do time da Gávea. O ex-craque ressaltou a importância da montagem de um elenco forte e avisou que irá priorizar a construção de um centro de treinamento.

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- Os desafios são muitos, com a manutenção das conquistas, mas a principal será a construção do centro de treinamento Jorge Helal, no Recreio dos Bandeirantes [zona oeste do Rio]. Oferecer uma estrutura melhor tem que ser umas das prioridades e já conversei com a Patrícia [Amorim, presidente do Flamengo] sobre isso.

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Maior artilheiro da história do Flamengo, com 509 gols, Zico quer marcar o seu nome no clube também como dirigente.

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- Vou trabalhar pra deixar legados porque a gente passa e o clube fica. Deixei o meu legado como jogador e agora tenho que deixar como dirigente.

Zico evitou falar sobre contratações, mas prometeu reforçar o Flamengo para a sequência do Campeonato Brasileiro.

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- Espero que a torcida confie que eu estou fazendo todos os esforços. Perder um Adriano não é fácil, então tenho que trazer gente pra ajudar. Conversei com o Rogério [Lourenço, técnico do Flamengo] ontem sobre jogadores, mas vocês só vão saber quando fechar.

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O ídolo admitiu que a sua ligação com o Flamengo pesou muito para o acerto.

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- As coisas funcionam bem quando vão pelo coração.

O ex-craque foi ovacionado na sua apresentação oficial no Salão Nobre da Gávea, que estava lotado pela presença de dezenas de conselheiros, dirigentes, familiares, ex-jogadores e funcionários do Flamengo. O Galinho de Quintino disse só aceitaria trabalhar no Brasil se fosse no Flamengo.

- Segui meu caminho depois de 20 anos dedicados ao Flamengo, viajei muito por esse mundo afora, conheci diversas culturas e formas de trabalhar no futebol, e ao voltar para o Brasil, o único lugar onde poderia trabalhar é o Flamengo. Caiu nas minhas costas uma coisa dura demais, perder uma Copa com a seleção, mas enfrentar o Flamengo seria mais duro ainda.