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Romancini encara novo desafio nas ruas de St. Pete

Da Redação ·
Romancini encara novo desafio nas ruas de St. Pete
fonte: googleimagens.com
Romancini encara novo desafio nas ruas de St. Pete

A temporada 2010 da Fórmula Indy - que começou no dia 14 de março com a primeira corrida da história da categoria nas ruas de São Paulo -, volta à ativa após apenas duas semanas de intervalo para mais uma etapa em circuito urbano. Desta vez a categoria desembarca na cidade de São Petersburgo, na Flórida (EUA), para uma das provas mais charmosas do calendário.

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A rodada marca a segunda corrida do brasileiro Mario Romancini na categoria de elite do automobilismo norte-americano, e representa um novo desafio para o piloto da equipe Conquest Racing.

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"Passada a natural ansiedade pela estréia, vou para a segunda corrida do ano com outra expectativa. Tenho um pouco mais de experiência com o carro, em especial em circuitos de rua, e estou bem mais entrosado com a equipe", declarou Romancini.

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A pista de rua de St. Pete, como é chamada pelos pilotos, marcou a estréia do brasileiro no automobilismo norte-americano no ano passado. Foi neste traçado que ele disputou sua primeira corrida pela Indy Lights, competição na qual conquistaria duas vitórias ao longo do campeonato de 2009.

Com 13 curvas e retas que podem ser consideradas longas para esse tipo de traçado, a sede da corrida deste domingo tem em comum com outras pistas desse tipo o fato de estar localizada em uma cidade litorânea - e de também exigir muita perícia por parte dos pilotos.

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"Tenho boas recordações de St. Pete, em especial pelo fato de ter estreado lá no ano passado. É uma pista interessante, e que tinha uma reta considerada longa até a estréia do circuito do Anhembi. Depois de acelerar na marginal, nosso referencial mudou, e até as retas de Indianápolis ficaram pequenas", brincou o piloto.

Em relação ao número de ultrapassagens, Romancini comentou: "Há pontos de ultrapassagem em St. Pete, mas acredito que a corrida será bem menos movimentada que a de São Paulo. Isso porque há poucos circuitos no mundo, mesmo entre os permanentes, que permitem tantas trocas de posição quanto o do Anhembi", encerrou o brasileiro.