Esportes

Vôlei tem jogadores que já foram profissionais

Da Redação ·





Por Jairo Marques, Enviado especial (*)

LONDRES, REINO UNIDO, 1 de setembro (Folhapress) - Para garantir uma medalha inédita na Paraolimpíada, a seleção brasileira de vôlei sentado masculino buscou inspiração nos times convencionais. Dois dos destaques, o ponta Anderson Silva, 33, e o atacante Levi Gomes, 38, já aturam como profissionais, mas sofreram lesões que os levaram à prática da modalidade para deficientes.

Quem comanda a equipe é Fernando Guimarães, irmão de José Roberto Guimarães, que levou a equipe feminina do Brasil ao ouro nos Jogos Olímpicos de Londres.

A equipe paraolímpica também conta com um atacante Giba. Trata-se de Gilberto Silva, 33, que, na estreia do elenco ontem contra Ruanda, foi um dos destaques da partida em que o Brasil venceu por 3 sets a 0.

Até hoje estou me adaptando ao processo de mudança de perspectiva entre jogar em pé para jogar sentado, disse Levi, que tem uma deficiência leve no tornozelo.

Cada grupo de vôlei paraolímpico pode ter no máximo dois atletas com inabilidades consideradas leves. Cada time pode ter apenas um jogador desse por vez são seis atletas em cada equipe.

(*) O jornalista Jairo Marques viaja a convite do Comitê Paraolímpico Brasileiro
 

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