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Situação de bebê retirado de casal e mandado para abrigo tem grande repercussão em redes sociais

Da Redação ·
Até uma página foi criada no facebook com o nome
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Até uma página foi criada no facebook com o nome

A situação do casal apucaranense que criava como um filha uma recém-nascida que supostamente seria abandonada pela mãe - uma jovem dependente química - e perdeu a guarda da criança por determinação judicial tem grande repercussão nesta quinta-feira (17) nas redes sociais e no campo "comentários" do TNONLINE. A pequena Raquel foi encaminhada ao Abrigo do Menor por equipe do Conselho Tutelar dos Direitos da Criança  e do Adolescente. Até uma página foi criada no facebook com o nome "Raquel tem família", para tentar sensibilizar as autoridades no sentido de autorizar o casal a ficar com a criança. 
 

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A secretária apucaranense Jéssica Gonçalves de Souza e seu esposo, Marcelo de Souza, registraram uma recém-nascida de uma usuária de drogas que, segundo eles, estava rejeitando a criança. A ‘adoção’ ilegal foi descoberta pela Vara da Infância e Juventude e ontem à tarde o bebê foi retirado dos cuidados do casal e encaminhado a uma casa abrigo até que seja adotado regulamente.

O casal pode ainda responder criminalmente por falsificação de registro de nascimento. A menina ficou 40 dias com o casal, que mora no Núcleo João Paulo. Jéssica conta que levou a menina com o consentimento da mãe, que mora na zona norte da cidade. O casal conta que pegou a criança com onze dias de vida, em estado de negligência e abandono. 

Mas o promotor da Vara da Infância e Juventude, Gustavo Marcel Fernandes Marinho, entende que o casal deveria ter socorrido o bebê e o encaminhado para os órgãos responsáveis. Já o experiente advogado João Batista Cardoso adiantou que vai advogar gratuitamente para o casal. "Não só eu, mas meu coração vai advogar para esse casal", frisou João Batista.

Leia mais na edição de sexta-feira (17) da Tribuna do Norte - Diário do Paraná