Especial

Contatos extraterrestres

Da Redação ·
 Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que afirme ter visto um OVINI
fonte: TN
Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que afirme ter visto um OVINI

Falar sobre vida extraterrestre sempre desperta diferentes reações. Uns acreditam, outros não aceitam e há ainda aqueles que zombam do assunto, mesmo sem conhecimento. O fato é que existem inúmeros relatos de pessoas atestando experiências do “outro mundo”. Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que afirme ter visto um Objeto Voador Não Identificado (OVNI).

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Um exemplo é o ufólogo e professor de Yoga Paulo Cesar de Oliveira, de Apucarana. No ano 2000, quando retornava de viagem a Cornélio Procópio, ele garante ter presenciado uma nave sobrevoando os arredores de Arapongas. “Eu e mais dois amigos vimos bem de perto e nitidamente. As luzes eram coloridas e fortes”, assegura, citando apenas uma das muitas aparições que garante ter presenciado.


Autor do livro “Naves Cósmicas – Portal de Luz Para Uma Grande Missão”, desde criança Oliveira se interessa pela ufologia - termo usado para designar a pesquisa e coleta de dados sobre o fenômeno conhecido como OVNI. Ele explica que a sigla é um termo genérico. “Depois de registrar um objeto e não identificá-lo, ele é analisado. Se não é um avião, um satélite ou um fenômeno atmosférico, ainda não podemos afirmar que seja uma nave cósmica tripulada por ET´s. Por isso, chamamos de OVNI”, exemplifica.

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Segundo o ufólogo, o governo, principalmente o americano, abafa a certeza de que existe vida fora da terra para não causar pânico e curiosidade nas pessoas. “Tenho um vídeo gravado no México que mostra 500 naves voando ao mesmo tempo. Isso é uma prova”, afirma.


14 DE AGOSTO DE 2001


Para ele, porém, a prova mais incontestável da presença extraterrestre em nosso planeta é o desenho de um rosto humano gigante que apareceu em uma plantação na Vila de Chibolton, localizada em Hampshire, Inglaterra, no dia 14 de agosto de 2001. O curioso fato é que a estranha formação foi registrada bem próximo do Rádio Telescópio, instituição dedicada à pesquisa astronômica.

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Não bastasse isso, ao seu lado, no dia 21 de agosto daquele mesmo ano (21 dias antes dos atentados de 11 de setembro), surgiu o desenho de um retângulo com informações semelhantes à mensagem de rádio binária enviada em 1974 ao espaço pelo Rádiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. Nela, havia um mapa da localização da Terra no sistema solar, a estrutura em hélice do DNA humano, a população da Terra e uma imagem humana.
O ufólogo acredita que a formação descoberta nas plantações inglesas, uma semana depois ao lado do "rosto”, é uma cópia modificada da mensagem enviada em Porto Rico. “Ela apresenta, no lugar da figura humana, a figura humanóide de um alienígena, um DNA modificado com um hélice extra contendo silício em sua composição, um conjunto de planetas diferentes do nosso e o número 21 bilhões no lugar da população da Terra”, relata. Segundo Oliveira, ela segue o mesmo padrão enviado pelos humanos, porém com informações de outro planeta.

RISCOS NO CÉU


Outro relato que assegura a existência de extraterrestres é o do estudante de Direito Rafael Kimura, 18 anos, também de Rolândia. Ele conta que tem o costume de passar férias no sítio dos avós, no distrito de São Martinho, onde o episódio ocorreu, há cerca de dois anos. “Eu estava na varanda do sítio quando vi vários riscos brilhantes no céu. A princípio, pensei que era uma estrela cadente e continuei lá fora. De repente, percebi um clarão no meio do cafezal e luzes começaram a piscar. Entrei na casa e fiquei observando pela janela da cozinha. Vi alguns vultos saindo do cafezal e tenho certeza que eram ETs”, relata o estudante, que por receio não arrisca mais ficar sozinho no local onde teve a experiência.

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LUZ FORTE E VERMELHA


O agente funerário José Carlos Ferreira, 52 anos, a esposa Ivonir Alves Ferreira, 49, e a filha do casal, Larissa Alves Ferreira, 17, também garantem ter presenciado várias aparições no sítio onde moram, próximo ao aeroporto de Apucarana.


“Na primeira vez, estava a caminho do distrito Biloti quando observei pelo retrovisor uma luz muito forte seguindo o carro. De repente, o objeto desviou e comecei a segui-lo. A pessoa que eu tinha dado carona ficou com muito medo e pediu para parar o carro, pois iria embora a pé. Fiquei observando aquilo por alguns minutos. Era uma luz do tamanho de um carro popular”, recorda José Carlos.


Mas o episódio que deixou a família ainda mais impressionada aconteceu há cerca de 3 anos. “Era por volta das 22 horas quando minha esposa viu uma luz vermelha muito forte parada no céu, bem em cima da nossa casa. Ela me chamou e filmei durante 12 minutos, mas a luz permaneceu lá até as 8 horas da manhã do dia seguinte”, comenta José Carlos.


O agente funerário diz que presenciou tantas aparições que costumava carregar a filmadora dentro do carro, mostrando as imagens a quem duvidasse.