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Polícia confirma envolvimento da própria mãe em homicídio de comerciante na Igrejinha

Da Redação ·

O delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Ítalo Sega, fez uma revelação bombástica, na tarde desta sexta-feira (17), relativa ao homicídio do qual foi vítima a comerciante Jéssica Carline Ananias da Costa, de 22 anos, assassinada com 25 golpes de faca na madrugada de 9 de maio. A mãe de Jéssica, Célia Forti, de 48 anos, participou do planejamento do crime que vitimou a filha junto com autor do homicídio, o próprio marido de Jéssica, o bacharel em Direito Bruno José da Costa, de 25 anos, com que Célia mantinha um relacionamento amoroso há quatro anos.

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Jéssica foi morta por Bruno dentro da própria residência do casal na Rua Nossa Senhora da Conceição, no Jardim Presidente Kenedy, no Bairro da Igrejinha, na zona sul da cidade. Na noite anterior ao assassinato, a filha do casal, de quatro anos, foi levada por Bruno para a atual casa de Célia (avó da menina que era amante do pai da criança e marido de Jéssica, em Arapongas. Célia nega tudo e afirma que Bruno a obrigava a manter o relacionamento com ela e agora "quer arrastá-la para a culpa.

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Familiares da comerciante morta lembram que quando a filha era velada na Capela Mortuária, Célia estava ao lado do caixão da filha e passava as mãos no rosto de Jéssica, mas não conseguia levantar o rosto para encarar as pessoas que estavam no velório. Bruno José da Costa e outros dois envolvidos no crime estãom presos, mas Célia, que também foi indiciada pela polícia, está em liberdade porque expiroou o prazo de flagrante.


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