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Jack Johnson chega a Brasília para cantar sucessos e inéditas

Da Redação ·
 Jack Johnson chega a Brasília para cantar sucessos e inéditas
fonte: divirta-se.correioweb.com.br
Jack Johnson chega a Brasília para cantar sucessos e inéditas

A música de Jack Johnson encontrou no Brasil incontáveis admiradores. Não à toa, a turnê de divulgação do álbum To the sea, o sexto disco de estúdio do cantor havaiano, conta com nada menos do que oito datas no país. O giro começou em São Paulo no sábado. Ontem, foi a vez de Belo Horizonte. Hoje, Johnson chega a Brasília, onde se apresentará no palco da arena montada no estacionamento do Estádio Mané Garrincha.

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Essa é a segunda passagem do cantor pelo Brasil. Na primeira, em 2006, ele mal teve tempo de visitar as localidades onde se apresentou. “Dessa vez, com mais dias de folga entre os shows, espero conhecer melhor as cidades ”, contou o cantor em entrevista ao Correio, de sua casa no Havaí.


A curiosidade de Johnson pelo país é antiga. Ele vê diversas semelhanças entre o ambiente no qual foi criado, na cidade de Oahu, e o litoral brasileiro. Além da paisagem, a música brasileira exerce fascínio. Tanto que, nos shows de 2006, Mas que nada, de Jorge Ben, apareceu de forma incidental no meio de uma das canções do havaiano. No sábado passado, a música que lançou o cantor brasileiro ao estrelato foi interpretada na íntegra pelo havaiano.

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O restante do repertório passeou por canções de diversos momentos da carreira — e não apenas por aquelas do disco mais recente. A opção, ele explica, é privilegiar o maior número de pessoas possíveis. Sendo assim, o público não precisa ter dúvida quanto à presença no set list de hits como Sitting, waiting, wishing, Good people, Upside down e Banana pancakes.


Em cima do palco, Jack Johnson será acompanhado pelo baixista Merlo Podlewski, pelo pianista Zach Gill e pelo baterista e percussionista Adam Topol. “É o mesmo pessoal que gravou os meus discos e está comigo desde que eu tocava em barzinhos para quase ninguém”, observa. O show de abertura fica por conta do cantor americano G Love, outro velho amigo de Johnson.

Bem à vontade
Camiseta, calça jeans, sandália de dedo… o figurino usado por Jack Johnson, no último sábado, em São Paulo, revela muito sobre o cantor havaiano. Johnson é um sujeito tranquilão assim como sua música. Por trás do visual simples, está um uma pessoa inquieta, com muitas ideias e projetos em andamento.

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Aos 36 anos, o artista, que se apresenta hoje em Brasília, poderia ter sido só surfista — a primeira de suas paixões — ou só cineasta, profissão que estudou na faculdade. Mas quis o destino que Jack Johnson fosse muitas outras coisas. Como cantor, ele se tornou conhecido mundialmente por suas músicas com clima de roda de violão e letras alto- astral. Como ativista ambiental, ele é um exemplo para outros grandes artistas que levantam a mesma bandeira. Ao contrário dos que ficam só no discurso, Johnson efetivamente trabalha a favor das causas nas quais acredita. O cachê dos oitos shows brasileiros será investido em instituições que incentivam cultura, esporte e ecologia.

Para minimizar os danos que uma turnê causa no meio ambiente, Jack Johnson tem algumas exigências. As estruturas de palco e camarim, por exemplo, devem ser reaproveitáveis.