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Filho de Edmundo mostra que o Animal tem um lado manso

Da Redação ·
 Cristina Mortágua
fonte: Divulgação
Cristina Mortágua

"Temos pouca intimidade. Não nos vemos muito. Mas confio muito nele, sei que se eu precisar, ele comparece", contou o filho da ex-modelo Cristina Mortágua, se referindo ao pai, Edmundo, que ficou conhecido dentro e fora de campo como Animal. O apelido veio das polêmicas em que se envolveu. Mas, na crise vivida pelo filho, de 16 anos, Edmundo tem sido bem mais manso do que era com os adversários.

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— Ele tem me ligado muito esses dias para me ajudar com os problemas da minha mãe — completa.

O adolescente tem mesmo precisado de ajuda. Nos últimos três dias, viu sua rotina mudar completamente e vem sofrendo com o assédio da imprensa. Na última segunda-feira, sua mãe foi presa ao agredi-lo — e também atacar uma delegada. Cristina foi à delegacia porque ele e a empregada doméstica da família registravam contra ela uma ocorrência de agressão.

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De acordo com o garoto, toda a confusão que envolveu a família esta semana, é derivada dos problemas psiquiátricos da mãe.

— Ela é bipolar. Tem horas que é doce, carinhosa e a melhor do mundo. Em outros momentos, ela se exalta com qualquer coisa. Há dois anos ela está assim, tendo crises todo mês. Nossa família inteira já tentou interná-la, mas ela não aceita o tratamento — afirmou ele.

‘Estou com vergonha disso tudo’

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Ao ser levada para a delegacia, Cristina Mortágua afirmou que o motivo do seu descontrole era o fato de o filho ser homossexual. Mas o garoto nega que a mãe, em outras situações, se importasse com isso:

— Ela só diz isso durante as crises. Sou gay, já tive namorado, mas qual é o problema disso?

Depois, ao ser transferida para a carceragem da Polinter, a ex-modelo acusou o filho de ser usuário de crack.

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— Nunca usei drogas. E, para provar isso, vou fazer um exame toxicológico no IML, espontaneamente — contou o garoto.

Por causa dos xingamentos e das supostas agressões, o Ministério Público enviou ontem um requerimento de audiência para a Justiça.

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— Vamos ouvir o pai, a mãe e o menino e esclarecer o ocorrido. Nosso objetivo é proteger o menor — explicou a promotora responsável pelo caso, Renata Cyrne.

Diante de toda a situação, o garoto conta que está envergonhado:

— Isso que estou vivendo é muito feio, constrangedor.

Amiga da família, a empresária Caroline Liporaci concorda:

— Essa não é a Cristina que eu conheço. Ela é uma excelente mãe.