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Site da MasterCard é atacado por hackers

Da Redação ·

Um grupo anônimo de hackers afirmou nesta quarta-feira,8, que lançou uma série de ataques online para fechar sites da MasterCard e de um banco na Suíça. As duas instituições romperam nos últimos dias sua relação com o site WikiLeaks, que tem divulgado documentos diplomáticos secretos dos Estados Unidos.
 

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A MasterCard informou, porém, que o ataque virtual não afeta a capacidade de seus clientes usarem seus cartões.
 

O grupo de hackers, autodenominado Anon_Operation, informou em uma mensagem no site Twitter que "o www.mastercard.com está derrubado" e que o site da gigante do setor de cartões de crédito não podia ser acessado em Genebra.
 

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O braço bancário do serviço postal suíço, PostFinance, confirmou nesta quarta-feira que seu site estava sofrendo um ataque virtual, desde que fechou uma conta bancária do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na segunda-feira. O banco argumentou que Assange havia fornecido um endereço falso em seu cadastro. As tentativas de entrar no site do Postfinance.ch nesta quarta-feira geravam mensagens de erro. A Visa informou na terça-feira que suspendeu todos os pagamentos para o WikiLeaks.
 

O banco suíço afirma que qualquer depósito pertencente a Assange e o dinheiro que estava na conta podem ser transferidos para uma conta determinada por ele. Assange se entregou à polícia britânica na terça-feira, pois era procurado por acusações de estupro e outros crimes na Suécia. Ele não teve direito a pagar fiança e segue preso.
 

Há também informações de que hackers estejam atacando o site e o e-mail da advogada que representa as duas mulheres suecas que acusam Assange. "Nosso e-mail e site foram alvos de hackers na noite passada e nesta manhã", disse nesta quarta-feira a advogada Claes Borgstroem, que representa as mulheres. Segundo ela, aparentemente são as mesmas pessoas que atacaram o site da promotoria sueca, que ficou fechado na terça-feira, mas voltou a funcionar nesta quarta-feira.
 

O WikiLeaks busca divulgar documentos secretos de governos e empresas. Desde a semana passada, está divulgando um lote de cerca de 250 mil documentos diplomáticos secretos dos EUA.