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Chip resolve problema das baterias fracas

Da Redação ·
 Os núcleos de conservação do chip usam 11 vezes menos energia do que o processador de um aplciatiovo para celular e são 7,5 mais eficientes
fonte: Reprodução
Os núcleos de conservação do chip usam 11 vezes menos energia do que o processador de um aplciatiovo para celular e são 7,5 mais eficientes

Um novo chip para smartphones (telefones inteligentes) que está sendo desenvolvido na Universidade da Califórnia deverá melhorar a eficiência de celulares com a ajuda do chamado silício negro, transístores subutilizados em microprocessadores modernos.

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Na semana passada, cientistas da computação apresentaram o GreenDroid, o novo protótipo do chip em uma conferência em Palo Alto, nos Estados Unidos.

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O silício negro é como são chamadas aquelas enormes áreas dos transistores existentes nos chips que são subutilizadas por não existir energia capaz de usar todos eles ao mesmo tempo.

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O GreenDroid vai permitir um desempenho melhor por meio de processadores especializados feitos de silício negro. Esses processadores são projetados para usar pedaços de código, chamados de “código quente”, do sistema operacional para smartphones Android, do Google.

Os cientistas da computação Michael Taylor e Steve Swanson, chefes da pesquisa, dizem que os estudantes da universidade já estão "desenvolvendo um chip com vários núcleos, a última tecnologia em processadores e em smartphones".

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Embora os fabricantes de chips produzam tipos parecidos de processadores manualmente, os cientistas criaram um sistema totalmente automatizado, que gera modelos de processadores especializados, chamados núcleos de conservação, a partir do código-fonte dos aplicativos.

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Os núcleos de conservação do GreenDroid usam 11 vezes menos energia por instrução do que o processador de um aplicativo para celular, alcançando uma eficiência 7,5 vezes maior.

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Segundo os pesquisadores, à medida que os aplicativos para celular ficam mais sofisticados passam a exigir mais da bateria. Segundo eles, os núcleos de conservação resolvem esse problema.

Os pesquisadores usaram o silício negro para criar circuitos especializados em tarefas muito realizadas por aplicativos de celulares inteligentes, como os navegadores da web, software para e-mail e tocadores de música.

Os cientistas escolheram um smartphone para desenvolver o protótipo do chip porque os celulares são a nova plataforma dominante do mercado.