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Cidades do plano nacional de banda larga saem na 5ª feira

Da Redação ·
 Plano prevê investimento de R$ 600 milhões neste ano
fonte: Getty Images
Plano prevê investimento de R$ 600 milhões neste ano

Será divulgada na quinta-feira (26) a lista das cem cidades que, com as 16 capitais já anunciadas pelo governo, serão os primeiros municípios onde será implantado o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) até o fim do ano. O anúncio será feito no encerramento do 2º Fórum Brasil Conectado, que acontece desta terça-feira (24) a quinta-feira, em Brasília.

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Rogério Santanna, presidente da Telebrás, estatal responsável pela gestão do projeto, admitiu que precisa se esforçar muito para conseguir cumprir o cronograma proposto para a implantação da primeira fase do PNBL, mas ainda não falou de um possível adiamento.

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Segundo ele, até o fim do mês serão colocados em consulta pública os editais e os termos de referência para a contratação de prestadores de serviços e a expectativa é de que as licitações ocorram até a primeira quinzena de setembro.

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Ele rebateu as críticas de especialistas que afirmam que o PNBL ainda não vingou. Só o fato de a Telebrás existir faz o preço baixar, disse o executivo. Santanna se referiu a valores mais acessíveis de aluguel de infraestrutura de transporte de dados que estão sendo oferecidos pelas operadoras de telefonia para pequenos provedores. Ele citou o exemplo da entrada da Copel no Paraná, com oferta de R$ 230 por megabit, valor que consta no PNBL.

Capitalização

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A Telebrás encaminhou ao Ministério das Comunicações pedido de orçamento no valor de R$ 1,4 bilhão para a capitalização da estatal e a execução de investimentos para o PNBL. Desse total, R$ 600 milhões serão investidos em 2010 e os outros R$ 800 milhões em 2011. A proposta que será encaminhada ao Congresso Nacional, no entanto, prevê a aprovação de R$ 400 milhões para o ano que vem, o que reduz para R$ 1 bilhão o orçamento imediato. A liberação dos outros R$ 400 milhões estará sujeita à execução do orçamento de R$ 1 bilhão.

Santanna diz que é difícil cumprir a meta de gastos prevista para este ano. Segundo ele, os recursos eventualmente não utilizados ficariam para 2011.