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Zé do Caixão "protagonizou" duas quedas de energia

Da Redação ·
 O José Mojica Marins durante palestra no Salão de Ideias, na abertura para o público da Bienal do Livro de SP
fonte: Apu Gomes/Folhapress
O José Mojica Marins durante palestra no Salão de Ideias, na abertura para o público da Bienal do Livro de SP

Bandos de crianças tomaram ontem o Pavilhão de Exposições do Anhembi à procura de diversão na abertura da 21ª Bienal do Livro de São Paulo. E encontraram: além de livros, gibis, batatas fritas e sorvetes, havia Alice, Sherlock Holmes, Emília e os personagens de TV Chaves e Chapolin, que pouco têm a ver com a arte literária.
 

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É que ontem era sexta-feira 13 e, por conta da data, numa promoção da organização para alegrar a festa, quem foi fantasiado ao Anhembi entrou de graça (o ingresso custa R$ 10).
 

Stephanie Marques, 22, desfilava como Alice e era parada a cada esquina para fotos. Ela se fantasia há três anos e tem cinco especialidades: Alice, Lilly (mãe de Harry Potter), Afrodite (da série "House of Night"), Afrodite (da mitologia grega) e Nessie (de "Crepúsculo").
 

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Chaves e Chapolin eram amigos de 13 anos de Caraguatatuba. Yuri Oliveira e Pedro Araújo vieram com o ônibus da escola e saíram do litoral de São Paulo às 6h. Livro preferido? "Ponto de Impacto", de Dan Brown.
 

Já Mychelle Saglia, 16, convenceu a mãe a se fantasiar de Dona Morte. "Minha heroína é a escritora Meg Cabot", disse a menina, vestida como a personagem Raven da série "Laços de Sangue".
 

Zé do Caixão tampouco é da área literária, mas fez a alegria da criançada às 12h20: assim que pisou no pavilhão, a força caiu no quarteirão e a luz só voltou 15 minutos depois.
 

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No começo da palestra, outro apagão. Por que isso sempre acontece com ele?
 

"É preciso amor para vir aqui com esse vestido", diz. "O pior é quando me confundem com a Angélica..."
 

A organização só divulga número de público ao final do evento (22/8). Ao todo, são 350 editoras e um público esperado de 700 mil.