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    Com show da sacada de palacete, Ná Ozzetti dá tom de Evita Perón à Virada

    Escrito por Folha Press
    Publicado em 20.05.2016, 19:47:00 Editado em 27.04.2020, 19:50:19
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos primeiros shows a abrir, na noite desta sexta (20), o "happy hour" da Virada Cultural de 2016, a apresentação de Ná Ozzetti, Dante Ozzetti e Marcelo Pretto reuniu cerca de 300 pessoas na esquina das ruas Direita e Quintino de Bocaiúva, no centro paulistano.
    Diferentemente das edições anteriores, o evento adiantou o início de sua programação em um dia com uma espécie de "esquenta": das 18h às 23h, rodas de samba, apresentações de jazz, hip-hop e festas de música eletrônica serão realizadas no perímetro entre a avenida Ipiranga e a praça da Sé.
    Debaixo da sacada do palacete Tereza Toledo Lara, a nova sede da Casa de Francisca, um público família, com bebês de colo e tudo, acompanhava o samba balançando de um lado para o outro e cantando junto, indiferentes ao frio ameno.
    O fato de não ter chovido, nem mesmo garoado, ajudou. A paz também reinou por ali, sendo o maior perigo talvez o de ser atingido por um drone carregando bugigangas coloridas que algum ambulante exibia ou o torcicolo de olhar o tempo todo para cima, já que os artistas cantavam na sacada.
    Dava a sensação de estar num boteco do samba, mas os artistas, tal qual Evita Perón ou Maria Antonieta, pairavam acima do público, deixando só entrever o luxo do palacete recém-restaurado atrás deles.
    ROCK
    Por volta das 18h, a passagem de som da banda carioca de rock Autoramas já servia de trilha sonora para o vaivém que se intensificava ao fim do horário comercial na região do centro. Após o início da apresentação, poucos minutos depois, cerca de cem pessoas assistiam ao show no palco do largo do Paissandu, em frente à Galeria do Rock.
    O frio da tarde desta sexta diminui enquanto o grupo se apresentava. O engenheiro paraense Eduardo Virgolino, 26, que mora em São Paulo há seis anos e frequenta a Virada há quatro, diz que se mantém fiel ao evento independente da temperatura. "[Na edição do] ano passado estava frio, mas estava cheio."
    Já Débora Silva, 28, diz que, "se precisar, a gente esquenta com os shows e a bebida". Ela trabalha na avenida Ipiranga, e veio ver a atração junto a uma amiga após o fim do expediente. A estagiária de direito faz parte do público-alvo do "happy hour" criado pela prefeitura, que buscou atrair quem deixava o trabalho na região do centro para as atividades na rua.
    No total, 11 atrações compõem o "esquenta": a mostra audiovisual itinerante "Laço", a festa de dub e reggae Dubversão, a roda de samba Samba da Vela, o festival de rua Garageira, a apresentação do grupo de compositores Berço do Samba de São Mateus e a festa de "twerk" Batekoo.
    Completam a programação do dia as apresentações do cantor João Borba e dos artistas da Casa de Francisca, o projeto Jazz na Kombi, o encontro dos DJs Hum, Febas e Dindo Picadinha, além de shows no Estúdio Lâmina.
    Já a parte principal da programação da Virada ocorre a partir das 18h deste sábado (21), com show do cantor Ney Matogrosso no palco montado na praça Júlio Prestes.

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