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Repercussão da morte de Yoná Magalhães

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"Muito triste. É uma colega contemporânea. Uma atriz que brilhou com toda a expressão da palavra e, por isso, uma estrela. Meu segundo papel na televisão foi com ela e ali foi um encontro pessoal e profissional. Tinha uma personalidade forte, determinada. Lembro dela aprendendo a mexer no computador quando quase ninguém mexia, para entrar em contato com adeptos do budismo, sua religião. Até agora estava estudando, acho que para fazer vestibular. Acompanhei esses últimos momentos dela, mas não foi possível, temos que aceitar. Como Shakespeare disse: 'Agora, é só silêncio'. Muita saudade agora".
ARLETE SALLES, atriz

"Eu estava começando a tomar café quando vi a notícia. [O teólogo dominicano e filósofo] Mestre Eckhart tem uma frase que eu gosto muito: 'na Criação não há nada mais parecido com Deus do que o silêncio.' Quando se recebe uma notícia dessas, a única coisa a fazer é ficar em silêncio. A Yoná foi o que ela sempre quis ser: uma grande atriz. Nos conhecemos quando éramos jovens, quando contracenamos em 'Deus e o Diabo na Terra do Sol' [dirigido por Glauber Rocha em 1964]. Faz 51 anos que nos conhecemos e ficamos amigos. Aí fizemos juntos as novelas "Os Imigrantes" e "Roque Santeiro". Tem uma coisa na minha área que é a seguinte: depois que fazemos um trabalho, ficamos anos sem nos ver, aí nos reencontramos nos corredores e a amizade volta, como se tivéssemos deixado de nos ver no dia anterior. Com ela, a amizade vai além da vida. Fica uma saudade imensa, uma lacuna. Mas a vida é assim mesmo: uma grande viagem, não um destino."
OTHON BASTOS, ator, ao blog "Sem Legenda"

"Cheguei à TV Globo há quase 50 anos e Yoná já estrava lá, fazendo sucesso. Era uma excelente atriz, uma pessoa muito dedicada, muito profissional. Durante esse tempo todo trabalhei muito pouco de perto de Yoná. Fiz uma novela em que éramos um casal, "A Gata de Vison" (1968-1969), depois nunca mais trabalhei de uma maneira mais intensa com ela. Nunca tive uma grande intimidade com Yoná, mesmo porque ela era uma pessoa muito discreta, quietinha. Uma profissional muito atenta ao seu trabalho, mas não era uma pessoa expansiva. Eu fiquei muito chateado, tristes, abalado. Foi uma morte absurdamente inesperada. Porque, inclusive, Yoná era uma pessoa que se cuidava muito bem, era muito vaidosa, fazia ginástica. Eu gostava de Yoná. Uma moça bonita, um olhar misterioso, um sorriso muito bonito. Uma pessoa luminosa e muito emblemática na TV Globo."
TARCÍSIO MEIRA, ator

"Era uma pessoa muito amável. Eu a chamava de 'A Bela Yoná' e ela respondia. Atualmente a encontrava na academia, no shopping, na caminhada pela Lagoa Rodrigo de Freitas. Sempre uma mulher muito discreta. O que ela tinha como exuberante como mulher tinha como discreta como pessoa. Uma verdadeira estrela brasileira, que fez vários trabalhos importantes e impressionantes".
NEY LATORRACA, ator

"Ela foi uma grande atriz, e também uma grande estrela da televisão, que se manteve por décadas. Também foi uma mulher lindíssima. É uma grande perda para o meio artístico. Fizemos juntos 'A Padroeira', e nunca vou me esquecer!"
WALCYR CARRASCO, escritor e autor de novelas

"Morre Ioná Magalhães. Que posso dizer? Estou de luto? O Brasil está de luto."
AGUINALDO SILVA, autor, no Twitter

"A telinha fica mais triste sem ela!"
GLORIA PEREZ, escritora, no Twitter

"Uma das maiores atrizes desse país descansou. Fica conosco um carinho enorme e a lembrança do seu trabalho...".
SUZANA PIRES, atriz, no Twitter

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