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Clima intimista marca festival de música no litoral de São Paulo

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MARIA LUÍSA BARSANELLI, ENVIADA ESPECIAL*
ILHABELA, SP (FOLHAPRESS) - Com um cenário de beira-mar e um clima intimista, a primeira edição do Vento Festival, em Ilhabela (litoral norte de São Paulo), terminou neste domingo (19).
O festival de música, gratuito, ocupou a praça das Bandeiras, no centro da cidade litorânea, desde a última quinta-feira (16). A curadoria buscou nomes da cena independente, com shows de 12 artistas nacionais, além de quatro DJs.
Um clima de família embalou, na quinta, as apresentações da banda Charlie e os Marretas e da cantora Tulipa Ruiz, que fez um animado show do recém-lançado álbum "Dancê".
Na sexta, uma boa surpresa foi a poderosa voz da cantora local Norma Nascimento, que abriu a noite.
Na sequência, entraram em cena as psicodelias do cantor e compositor Lira (ex-Cordel de Fogo Encantado) -que trouxe seu segundo disco solo, "O Labirinto e o Desmantelo"- e do trio O Terno. E um público empolgado permaneceu até a última apresentação, do projeto Singapura, que mistura batidas eletrônicas a uma guitarra de blues.
Mas foi no sábado (18) que o evento recebeu seu maior público: 5.000 pessoas (80% oriundas de fora da cidade), segundo a organização, com shows das bandas Holger e Saulo Duarte e a Unidade.
Quem fechou a noite foi a cantora Céu, atendendo pedidos do público no bis e dedicando sua apresentação à colega Tulipa, que estava na plateia.
Céu e Tulipa depois do show de Céu
No domingo, com a paleia bem mais esvaziada, entraram em cena o instrumentista Guizado e a banda de electroindie Inky.
Durante o festival, os hotéis tiveram taxa de ocupação superior a 70%, um número alto para esta época do ano, segundo a Secretaria de Turismo do município.
SEGUNDA EDIÇÃO
Orçado em R$ 216 mil, o festival foi realizado pela prefeitura de Ilhabela e organizado pela produtora e videomaker Anna Penteado, 31 e pela designer Tatiana Sobral, 37.
Anna e Tatiana deixaram São Paulo em novembro do ano passado morar na cidade litorânea, onde, contam elas, encontraram um cenário mais acessível para organizar um evento desse porte. "Sempre acreditei em cultura de graça", diz Anna.
De acordo com as organizadoras, há planos para uma segunda edição de inverno, em 2016, mas elas também preveem uma versão menor, com pocket shows, durante o verão.

*A jornalista MARIA LUÍSA BARSANELLI viajou a convite do Vento Festival




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