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Irmão detona filho de Chorão no dia do aniversário de morte do cantor

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Nesta sexta-feira, 6, Ricardo Abrão, irmão do cantor Chorão, usou a web para publicar três vídeos com uma série de acusações a Alexandre Abrão, filho do músico morto há exatos dois anos - no dia 6 de março de 2013.Entre as acusações, estão a de que Alexandre teria feito uma festa no apartamento do pai duas semanas após sua morte, de que ele não teria respeito pela família paterna e de que o musical "Dias de Luta, Dias de Glória" - apoiado e divulgado por Alexandre - ofenderia a memória do músico. 

O espetáculo, idealizado e dirigido por Bruno e Luiz Sorrentino, estreia dia 13 em São Paulo e pretende contar a trajetória banda Charlie Brown Jr. Os dois enviaram uma carta rebatendo as acusações (leia ao fim da matéria).No texto de apresentação dos vídeos, gravados por amigos, consta a seguinte explicação: "Neste vídeo, gravado na casa de Dona Nilda, mãe de Alexandre Magno Abrão (Chorão), seu irmão Ricardo revela a verdade sobre a vida do nosso Chorão, meu amigo e irmão de Ricardo. O músical 'Dias de Luta, Dias de Glória', contradiz o que o próprio Chorão sempre disse: 'Podem me tirar tudo o que tenho, só não podem me tirar as coisas boas que eu já fiz pra quem eu amo!' Hoje completam dois anos da morte de Chorão".


Antes de mais nada é muito triste esse dia, em que faz dois anos que o meu irmão sumiu, foi embora, e nos deixou, deixou muitas saudades. Quero comentar a minha indignação pelas atitudes do filho dele com relação as vontades do próprio pai" (...)


"O que meu irmão fez em vida tem que ser respeitado, coisa que o seu Xande não respeita. Você dá risada, faz festa duas semanas após a morte do seu próprio pai (...), nós sabemos porque as notícias correm, voam, e temos conclusões com relação a isso. Começou com o filme que ele tem que foi direção dele, roteiro dele, e você simplesmente roubou, passou a mão grande, quis produzir o negócio, fez festa na semana seguinte da morte do meu irmão, levou tudo, tudo, tudo e não deu sequer um telefonema para a minha mãe (...) Desculpa é que está muito difícil de falar agora" (...)Aparentando estar bastante abalado, algumas vezes Ricardo se perde durante o reciocínio, mas explica: "Estou há três dias sem dormir, não uso drogas, bebo um pouquinho e fumo um cigarro, mas sou consciente suficientemente para entender a pilantragem, a covardia de uma família que só humilhou o meu irmão".



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