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Discursos políticos e piadas polêmicas são destaque da cerimônia do Oscar

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SÃO PAULO, SP - O Oscar deste ano, realizado neste domingo (22), teve poucas surpresas, sua menor audiência desde 2009 na televisão americana - com público de 36,6 milhões ante 43 milhões de 2014 - e uma apresentação das mais insossas.
Foi também um dos prêmios mais politizados dos últimos anos, com discursos pedindo por igualdade racial e de gêneros, lembrando doenças como o Alzheimer e a esclerose lateral amiotrófica e as dificuldades pelas quais os imigrantes passam nos Estados Unidos.
Veja alguns dos altos e baixos (e uma piada que foi considerada ponto alto para alguns e baixo para outros) da noite.

PONTOS ALTOS:

POLITIZADOS
Patricia Arquette abriu a parte política da noite pedindo por salários iguais para homens e mulheres ao receber o Oscar de atriz coadjuvante. John Legend e Common, vencedores do Oscar de canção, discursaram sobre a igualdade racial. Alejandro González Iñárritu, o campeão da noite, pediu por um tratamento melhor aos imigrantes nos EUA.

REPETECO
John Travolta e Idina Menzel protagonizaram um dos momentos mais marcantes do Oscar de 2014. Ao chamá-la para o palco, Travolta trocou as bolas e a apresentou como Adele Dazeem, virando meme instantâneo. Em 2015, a gafe foi motivo de piada. A dupla subiu ao palco junta e Idina chamou Travolta de Glom Gazingo.

EMOCIONANTE
Geralmente as apresentações musicais são o ponto baixo da longa noite, mas a performance de "Glory", que venceu o Oscar de melhor canção por "Selma", levou parte do público às lágrimas. David Oyelowo, protagonista do filme, e Chris Pine foram flagrados chorando.

SINCERIDADE
Ao apresentar o prêmio de atriz coadjuvante, Jared Leto brincou: "São quatro mulheres e - de acordo com as leis da Califórnia - Meryl Streep". O público riu, Meryl assentiu e ele respirou aliviado. "Obrigado! Estava um pouco nervoso com essa piada", confessou.

PONTOS BAIXOS

SEM GRAÇA
Neil Patrick Harris, que parecia uma surpresa bem-vinda ao ser escolhido como apresentador da cerimônia, decepcionou. Seu único grande momento foi no começo da noite, quando apostou num número musical, seu ponto forte. Depois, foi um festival de piadas sem sal (é bom lembrar que o roteirista da noite tem no currículo séries de drama como "Everwood"). Nem seu carisma foi suficiente.

MUITO SEM GRAÇA
Dentre as piadas de Neil, uma se destacou negativamente. Logo após "Citizenfour" ganhar o prêmio de documentário, ele disse que Edward Snowden não pôde ir por uma traição (a palavra em inglês é treason, semelhante a reason, que significa razão). Glenn Greenwald, que estava no palco, não gostou. "Fazer essa acusação casualmente contra alguém que nem está sendo formalmente acusado disso - e muito menos condenado - é estúpido e irresponsável", disse depois.

ESQUECIDA
Joan Rivers, presença frequente no tapete vermelho do Oscar e apresentadora do programa "Fashion Police", que analisa looks de celebridades, foi deixada de lado no vídeo em memória dos artistas mortos no ano passado. A ausência não passou despercebida e muitos reclamaram nas redes sociais.

MÚSICA INOPORTUNA
Dana Perry, recebendo o Oscar de documentário em curta-metragem, dedicava o prêmio a seu filho Evan, que se suicidou, quando a música que diz aos vencedores que é hora de parar de discursar começou. Ela não se fez de rogada e falou por cima da música: "Deveríamos falar em voz alta sobre suicídio. Esse prêmio é para ele".

PONTO ALTO OU BAIXO?
PIADA POLÊMICA
Sean Penn apresentou o último e principal prêmio: o de melhor filme. Em uma noite pouco memorável, destacou-se. "Quem deu um green card para esse filho da mãe?", perguntou antes de anunciar o mexicano Iñárritu como vencedor, por "Birdman". Alguns - ;incluindo o cineasta - acharam graça. Outros consideraram uma piada grosseira para uma noite marcada por discursos políticos.

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Edhucca

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