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​Berlinale 2015 destaca iraniano proibido, "50 Tons" e brasileiro premiado

Da Redação ·
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​Berlinale 2015 destaca iraniano proibido, "50 Tons" e brasileiro premiado

Com a última exibição do documentário "Cobain - Montage of Heck" às 23h deste domingo (15), a Berlinale encerra sua 65ª edição. Em 2015, o festival exibiu 400 filmes e recebeu 310 mil espectadores, dez mil a mais do que no último ano, reafirmando seu status de maior público em festivais de cinema.

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A première de "Cinquenta Tons de Cinza", a volta dos diretores alemães Wim Wenders e Werner Herzog com produções de elenco hollywoodiano, a onipresença de James Franco e o Urso de Ouro para "Taxi" foram os principais destaques. Ponto alto também foi a estreia do brasileiro "Que Horas Ela Volta?", de Anna Muylaert, favorito do público entre 60 filmes. 

Nicole Kidman, Natalie Portman e Christian Bale passaram pelo tapete vermelho em uma edição mais morna em relação ao último ano, quando Lars Von Trier e Shia LaBeouf criaram polêmicas na estreia de "Ninfomaníaca - Parte 1". Os exageros do cinema americano foram levados com ironia. Prova disso são as risadas da crítica na première de "Cinquenta Tons" de Sam Taylor Wood e na primeira cena de Robert Pattinson em "Queen of The Desert", quando o galã da saga "Crepúsculo" se apresenta vestindo um pomposo turbante.

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Entre as ficções brasileiras, as atenções se voltaram para a comédia "Que Horas Ela Volta?", de Anna Muylaert, e do melancólico "Ausência", de Chico Pinheiro. O comentário geral é de que as duas produções são reflexo das mudanças políticas e sociais do país, tocando em temas como o PEC das domésticas, falhas da educação e as ausências na vida de um jovem pobre que amadurece precocemente. Em 2014, o público escolheu "Hoje Eu Não Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro.

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