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Terreirão do Samba e Baile da Cinelândia oferecem o carnaval em forma de shows

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Herdeiro da tradição do carnaval na Praça Onze e vizinho à Passarela da Marquês de Sapucaí, o Terreirão do Samba abre na noite de hoje (13) sua programação de shows a preços populares, que vai se estender até a terça-feira (17). Na sexta-feira (20) e no sábado (21) seguintes ao carnaval, o palco será novamente ocupado, totalizando sete dias de espetáculos, com a participação de cantores como Arlindo Cruz, Diogo Nogueira, Alcione, Belo e Sandra de Sá, e grupos como Fundo de Quintal, Revelação e Pique Novo.

Espaço ao ar livre que ao longo do ano é utilizada para outros eventos e até mesmo como acampamento de torcedores estrangeiros, como ocorreu no ano passado durante a Copa do Mundo, o Terreirão fica todo voltado para o samba no período carnavalesco. Além dos shows, que se estendem até o final da madrugada, faz muito sucesso sua praça de alimentação, com cerca de 50 barracas. A combinação de samba e comidas típicas atrai todos os anos milhares de foliões, muitos deles vestindo as fantasias com que desfilaram, ou vão desfilar, nas escolas do Grupo A e Especial no vizinho sambódromo. Os artistas se sucedem no palco, em shows com a duração média de uma hora e meia.

Os ingressos custam R$ 15 para cada noite. Nesta sexta-feira, a partir das 20h, a programação inclui a cantora Thais Macedo e os grupos Panela de Barro, Clareou e Nosso Sentimento. Amanhã (14), uma das atrações é a cantora Alcione. No domingo (15), é a vez de Sandra de Sá se apresentar no Terreirão, que ainda terá na terça-feira de Carnaval  Arlindo Cruz e Belo. Em outra área do centro do Rio, o Baile da Cinelândia revive de hoje até terça-feira o brilho de antigos carnavais, atraindo um público mais de 60 mil pessoas ao longo de suas cinco noites de apresentações de cantores, acompanhados de orquestras. Promovido pela Riotur desde 1990, o baile é uma criação do radialista e pesquisador da música popular Osmar Frazão, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. “Eu criei esse baile em função dos grandes cartazes da música carnavalesca, em especial os cantores da Rádio Nacional, como Emilinha Borba e Ademilde Fonseca. São nomes que fizeram a história da música para o carnaval, mas que estavam esquecidos, afastados do palco”, conta Frazão, que foi durante anos o apresentador dos shows no Baile da Cinelândia e até hoje participa do evento.

No palco montado em frente às escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, tendo o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional como parte do cenário, o público assiste a showsgratuitos de grandes estrelas do carnaval de todos os tempos. Falecida em 2005, Emilinha Borba, que hoje dá nome ao palco, foi uma das maiores atrações do baile, assim como sua eterna rival Marlene, que morreu no ano passado. Em cada noite, a partir das 20h,  chegam a se apresentar 14 atrações diferentes. Este ano, a lista inclui cantores veteranos como Dóris Monteiro, Adelaide Chiozzo, Ellen de Lima, Sonia Delphino, Carlos José, Reginaldo Bessa e Ataulfo Alves Júnior. A eles se juntam nomes mais novos e as orquestras Tupy e Som Nascente.

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Edhucca

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