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Médico preso pela morte de Michael Jackson volta a trabalhar

Da Redação ·
 Conrad Murray, médico de Jackson (Foto: Reuters)
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Conrad Murray, médico de Jackson (Foto: Reuters)

O médico cardiologista Conrad Murray, condenado pela morte de Michael Jackson, em 25 de junho de 2009, vai voltar a trabalhar em seu ramo. As informações são do TMZ.

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Segundo o site, Murray se voluntariou ao Ministério de Saúde de Trinidad e Tobago para cuidar de crianças com problemas no coração em hospitais locais. Sua licença médica foi revogada no Texas e suspensa na Califórnia e em Nevada, nos EUA.

O médico foi mandado para a prisão em novembro de 2011, em Los Angeles, na Califórnia, depois que um júri determinou que ele foi o responsável direto pela morte de Jackson. Segundo a sentença emitida na época, Murray cometeu negligências graves no cuidado de seu paciente, erros que foram tipificados como "homicídio culposo", quando não há intenção de matar. Murray foi solto em outubro de 2013 após ter cumprido quase a metade de sua pena de quatro anos.

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Michael Jackson morreu por uma overdose de anestésicos que usava para dormir, remédios estes que lhe eram fornecidos por Murray. O cardiologista havia sido contratado em acordo com a promotora AEG como médico particular do cantor, para acompanhá-lo em Londres, onde voltaria aos palcos em julho de 2009, com a turnê "This is it" – que acabou virando apenas um documentário póstumo.