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Noite de autógrafos de Luiza Brunet termina com saia justa

Da Redação ·
 Luiza Brunet no lançamento de sua biografia no Rio (Foto: Isac Luz/EGO)
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Luiza Brunet no lançamento de sua biografia no Rio (Foto: Isac Luz/EGO)

O clima foi tenso na noite desta quarta-feira, 4, durante o lançamento da biografia de Luiza Brunetque foi realizada em uma livraria no bairro do Leblon, Zona Sul do Rio. Acontece que a jornalista e autora da obra, Laura Malin, não teve direito a assinar os exemplares ao lado da anfitriã da noite.

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“Acho que isso são coisas dos empresários, eu só acho. Eu mesma estou sem entender. Quando cheguei vi apenas uma cadeira ali na mesa de autógrafos, mas ninguém me explicou nada do que estava acontecendo. Tenho uma lista de amigos e convidados... E agora, como faço?”, disse Laura.

Visivelmente preocupada com a situação, Laura - que foi esquecida por Brunet na ocasião - recebeu assitência de uma dupla de sócios da editora e dividiu sua permanência no local entre fotos com os seus conhecidos e um café na parte superior da livraria.

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Uma das organizadoras da noite de autógrafos, Luciana Botelho, que é irmã de Luiza, deu a sua versão para o ocorrido.

“Realmente ela não vai ficar ali com a Luiza. Foi uma questão de logística mesmo. Se vocês quiserem, a gente pode colocar uma ao lado da outra para as fotos, sem problemas”, resumiu Luciana - ressaltando ainda que Luiza precisaria ser econômica nas declarações para a imprensa naquele momento por causa de uma entrevista que deu para uma grande revista de circulação nacional que ainda não havia chegado às bancas.

Representantes da livraria onde aconteceu o evento disseram que todo o processo de organização e ornamentação das noites de autógrafo que estão acostumados a fazer ficam por conta das assessorias e produtores dos envolvidos e que apenas cedem o espaço físico para a realização das atividades de cunho literário.

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Laura contou ainda que enfrentou desafios com a família de Brunet por causa do conteúdo publicado no livro: “Fizemos ao todo dez entrevistas durante todo o processo e o restante foi acontecendo com a família dela que foi bastante generosa comigo. Faz 25 anos que nos conhecemos e isso também facilitou muito as nossas conversas. A história é forte e a Luiza é uma pessoa pública. Ela leu todo o material e deu a palavra final sobre o que foi publicado”, explicou Malin.

Para contar a história de Luiza Brunet e sua trajetória, Laura Malin usou a primeira pessoa durante a narrativa: "É uma história verdadeira, contada pela Luiza, mas que foi romantizada. Demos um toque mais literário para que o leitor pudesse compreender até mesmo o que ela (Luiza) estava sentindo em certos momentos e passagens. Estamos falando de uma biografia autorizada, mas rebelde".

Fonte/autoria: Léo Martinez - ego.globo.com